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Jogador marfinense morre durante treinamento na China

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AFP/Arquivos / KARIM SAHIB
Jogador marfinense morre durante treinamento na China
O atacante da Costa do Marfim Cheik Tiote.
O costa marfinense Cheik Tiote faleceu durante treinamento com o time chinês Beijing Enterprises, segundo anúncio de seu porta-voz, nesta segunda-feira. O meia de 30 anos venceu a Copa Africana de Nações (CAN), em 2015, e chegou à China depois de sete anos defendendo o Newcastle United. "Com grande tristeza, confirmo que meu cliente Cheik Tiote morreu hoje, depois de sofrer um colapso no treinamento do Beijing Enterprises", afirmou Emanuele Palladino. O corpo do jogador vai ser "repatriado para Abiyán, onde será homenageado", afirmou Adama Dosso, embaixador da Costa do Marfim no gigante asiático, ao canal de televisão RTI. Treinador do Newcastle, o espanhol Rafael Benítez, homenageou o jogador e lembrou que Tiote cresceu na extrema pobreza e que ganhou os primeiros sapatos aos 15 anos. "Durante o tempo que o conheci, só posso falar de seu profissionalismo. Era uma grande pessoa", indicou Benítez. A estrela marfinense Didier Drogba se manifestou no Twitter: "não tenho palavras", enquanto Yayá Touré disse " Meu irmão Cheik. Não posso acreditar que você se foi. Nunca esquecerei de você". Contactado pela AFP, o marfinense Basile Aka Kouamé, campeão da CAN em 1992 e atual técnico do Africa Sport se declarou comovido com a notícia.

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AFP / Gregg Newton
Homem mata cinco pessoas antes de cometer suicídio em Orlando
Policiais no local do tiroteio
Um homem, ex-funcionário de uma empresa de Orlando, foi ao local onde trabalhava e matou cinco pessoas antes de cometer suicídio nesta segunda-feira (5) - relatou Jerry Demmings, xerife do condado de Orange, na Flórida (sudeste dos Estados Unidos). O agressor foi identificado pela Polícia como John Robert Neumann Jr., um homem branco de 45 anos que morava sozinho e era veterano de guerra. Ele deu baixa nas Forças Armadas em 1999. "O indivíduo, de 45 anos, era um ex-funcionário dessa empresa que foi demitido em abril", declarou Demmings em entrevista coletiva, descartando, por enquanto, qualquer ligação com o terrorismo. "Não temos pistas que indiquem que o sujeito fazia parte de alguma organização terrorista", afirmou, acrescentando que "provavelmente foi um incidente violento em local de trabalho". O FBI está ajudando na investigação, mas até o momento as evidências apontam para um "agressor solitário". "Nada indicava que o agressor fosse agir hoje. Apenas podemos pedir às pessoas que notifiquem as forças da ordem diante de qualquer atividade suspeita", afirmou Demings. Neumann estava armado com uma pistola, uma faca de caça e outra menor, mas cometeu os ataques com uma arma de fogo. Ele se suicidou depois do tiroteio, por volta das 8h locais (9h, no horário de Brasília), no momento em que as autoridades respondiam às múltiplas chamadas de emergência. Oito pessoas sobreviveram ao ataque sem ferimentos, declarou a Polícia. Segundo balanço oficial, três homens e uma mulher foram mortos a tiros na Fiamma Inc, uma empresa de artigos para motorhomes localizada em uma área industrial da Forsyth Road, perto da Universidade Full Sail, ao leste de Orlando. Outro homem morreu no hospital. Em junho de 2014, a Polícia foi chamada a esse mesmo local, porque o homem responsável pelo tiroteio nesta segunda havia agredido um outro empregado. Nenhuma acusação chegou a ser registrada contra ele. O atirador tinha pequenas condenações por posse de maconha e delitos de violência. Shelley Adams, que mora na área, contou à imprensa que recebeu uma ligação da irmã, Sheyla McIntyre, direto da cena do crime.

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Reprodução
Polícia Federal investiga corrupção e lavagem de dinheiro no RN
Cerca de 80 policiais federais cumprem mandados judiciais em dois estados
Nesta manhã (06), a Polícia Federal, em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal, deram início à Operação Manus para apurar atos de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro envolvendo a construção da Arena das Dunas, em Natal/RN. O sobrepreço identificado chega a R$ 77 milhões. Cerca de 80 policiais federais cumprem 33 mandados judiciais, sendo 5 mandados de prisão preventiva, 6 mandados de condução coercitiva e 22 mandados de busca e apreensão nos estados do Rio Grande do Norte e Paraná. A investigação realizada se iniciou após a análise das provas coletadas em várias das etapas da Operação Lava Jato, que apontavam solicitação e o efetivo recebimento de vantagens indevidas por dois ex-parlamentares cujas atuações políticas favoreceriam duas grandes construtoras envolvidas na construção do estádio. A partir das delações premiadas em inquéritos que tramitam no STF e por meio de afastamento de sigilos fiscal, bancário e telefônico dos envolvidos, foram identificados diversos valores recebidos como doação eleitoral oficial, entre os anos de 2012 e 2014, que na verdade consistiram em pagamento de propina. Identificou-se também que os valores supostamente doados para a campanha eleitoral em 2014 de um dos investigados foram desviados em benefício pessoal. Os investigados responderão, na medida de suas participações, pelos crimes de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de dinheiro.

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Arquivo Agência Brasil
Operação da PF prende ex-ministro Henrique Eduardo Alves
Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves são alvos da operação que investiga desvios na Arena das Dunas, no RN
O ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves foi preso na manhã desta terça-feira (6) em um desdobramento da Operação Lava Jato. O ex-deputado Eduardo Cunha, que está preso em Curitiba, é alvo de um novo mandado de prisão preventiva. Ambos são do PMDB e foram presidentes da Câmara dos Deputados. O advogado Marcelo Leal, que defende Henrique Alves, disse ao G1 que tomou conhecimento da prisão pela imprensa. "Até o momento, não sei de nada sobre o que levou a PF a prender Henrique. Vou tomar pé da situação e depois me pronuncio", falou por telefone. Batizada de Manus, a operação investiga corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, em Natal. Segundo a PF, o sobrepreço chega a R$ 77 milhões. São cumpridos 33 mandados, sendo cinco mandados de prisão preventiva (sem prazo), seis de condução coercitiva (quando alguém é levado a depor) e 22 de busca e apreensão no Rio Grande do Norte e no Paraná. A investigação se baseia em provas da Lava Jato, que apontam o pagamento de propina a Cunha e Alves em troca de favorecimento a duas grandes construtoras envolvidas na construção do estádio. Segundo a PF, foram identificados pagamentos de propina por meio de doações oficiais entre 2012 e 2014 . Além disso, um dos investigados usou valores supostamente doados para a campanha de 2014 em benefício pessoal.

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BBC Brasil
MPF pede a prisão de Lula  e multa de mais de R$ 87 milhões no caso do triplex
O Ministério Público Federal de Curitiba, responsável pelas investigações da Operação Lava Jato, concluiu que o apartamento triplex na cidade do Guarujá, no litoral Paulista, teria sido entregue ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como contrapartida por contratos que a OAS fechou com a Petrobras. Por conta disso, o MPF apresentou ao juiz Sergio Moro, da Justiça Federal de Curitiba, o pedido de prisão, em regime fechado, do ex-presidente e mais seis réus por corrupção e lavagem de dinheiro. Também faz parte da denúncia o pagamento que a OAS fez à transportadora Granero, para que a empresa fizesse a guarda de parte do acervo que o ex-presidente recebeu ao deixar o cargo. O pedido foi encaminhado na sexta-feira (2). Além de Lula também foi solicitada a prisão do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro e dos executivos da empresa Agenor Franklin Martins, Paulo Gordilho, Fábio Yonamine, Roberto Ferreira e o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto. O R7 procurou a defesa do Lula, porém a assessoria dos advogados do ex-presidente não respondeu. A acusação do MPF-PR atribui ao ex-presidente Lula o papel de ‘comandante máximo do esquema de corrupção’ identificado na operação. A denúncia sustenta que Lula recebeu R$ 3,7 milhões em benefício próprio – de um valor de R$ 87 milhões de corrupção – da empreiteira OAS, entre 2006 e 2012. O MPF-PR pede a devolução de R$ 87 milhões. As alegações finais são a parte derradeira do processo, em que o MPF-PR, que acusa, e as defesas apresentam suas argumentações e pedidos a serem considerados pelo juízo. O documento tem 334 páginas.

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Reprodução/Youtube
De Volta aos Trilhos: Ex-presidente da Valec é preso preventivamente
José Francisco das Neves, conhecido como Juquinha das Neves,
A pedido do Ministério Público Federal em Goiás (MPF/GO), a 11ª Vara da Justiça Federal de Goiânia (JF) decretou a prisão preventiva do ex-presidente da Valec José Francisco das Neves, o Juquinha. O mandado de prisão foi cumprido na manhã desta sexta-feira (02). Um dos principais alvos da operação “De Volta aos Trilhos”, Juquinha teve o primeiro pedido de prisão preventiva negado no último dia 25 de maio, data da deflagração da operação. Naquela ocasião, a JF entendeu que ainda não havia elementos que justificassem a custódia cautelar de José das Neves, suspeito de lavagem de dinheiro oriundo de propina relacionada às obras de construção da Ferrovia Norte-Sul. O novo pedido de prisão do MPF/GO baseou-se nos depoimentos prestados por Fábio Júnio Santos Pereira e Mário Césio Ribeiro, que foram conduzidos coercitivamente no dia 25 de maio. Ouvidos pela Polícia Federal, os dois teriam confirmado o envolvimento direto de Juquinha em todos os atos de lavagem de dinheiro. Está marcada para as 13h30min desta sexta-feira a audiência de custódia na 11ª Vara da Justiça Federal. A operação “De volta aos Trilhos”, desdobramento das investigações da Operação Lava jato e nova etapa das Operações “O Recebedor” e “Tabela Periódica”, baseou-se em acordos de colaboração premiada assinados com o MPF/GO pelos executivos das construtoras Camargo Corrêa e da Andrade Gutierrez, que confessaram o pagamento de propina ao então presidente da VALEC, José Francisco das Neves, bem como em investigações da Polícia Federal em Goiás que levaram à identificação e à localização de parte do patrimônio ilícito mantido oculto em nome de terceiros (laranjas).

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Sérgio Cabral, Susana Neves e outros quatro são denunciados por lavagem de dinheiro
O Ministério Público Federal (MPF), por meio da Força Tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro (RJ), apresentou nova denúncia pelo crime de lavagem de dinheiro contra o ex-governador Sérgio Cabral. Também foram denunciados Flávio Werneck, dono da FW Engenharia; Alberto Conde, contador da FW; Susana Neves, ex-mulher de Cabral; Maurício Cabral, irmão do ex-governador; e Carlos Miranda, um dos operadores do esquema. Os episódios de lavagem relatados na denúncia se referem ao uso da empresa Survey Mar e Serviços Ltda, ligada a Flávio Werneck, para dar aparência lícita ao pagamento de R$ 1,7 milhão em propina. De acordo com a denúncia, os pagamentos realizados pela Survey ocorreram em função de benefícios recebidos pela FW Engenharia, de propriedade de Werneck, em contratos com o governo do Estado do Rio de Janeiro durante a gestão de Cabral. Entre 2007 e 2014, o volume de contratos da empresa com o governo aumentou 37 vezes e incluiu obras expressivas, como a urbanização do Complexo de Manguinhos. O responsável pela operacionalização dos pagamentos era Alberto Conde, contador da FW Engenharia. A empresa Survey foi registrada no nome de sua filha e de um ex-funcionário seu, tendo como atividade principal o reparo e a manutenção de computadores. No entanto, o próprio denunciado informou que os proprietários declarados da empresa não tinham qualquer relação com a atividade econômica supostamente exercida ou ingerência sobre os pagamentos efetuados. A denúncia elucida que, em verdade, os pagamentos eram realizados por orientação de Flávio Werneck, que depositava na conta do Survey, por meio da FW Engenharia, os valores que seriam depois repassados a outras empresas de fachada.

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Eliária Andrade/Agência o Globo
Justiça bloqueia R$ 800 milhões de Joesley Batista
Em decisão liminar, a 5ª Vara Federal Cível em São Paulo determinou o bloqueio de R$ 800 milhões das contas de Joesley Batista – um dos donos da empresa JBS – referente ao suposto lucro obtido com a comercialização de dólares às vésperas da divulgação da gravação com o presidente da República, Michel Temer. A decisão foi proferida pelo juiz federal Tiago Bitencourt De David em ação popular proposta por dois cidadãos. De acordo com a ação, Joesley e Wesley Batista e diretores da JBS S.A. e da J&F teriam praticado o crime de insider trading ao utilizarem informação privilegiada para comprar cerca de US$ 1 bilhão às vésperas da divulgação da gravação do diálogo entre Joesley e o presidente da República. Após a divulgação, o dólar teve alta de 7,9%. Na ação, os irmãos Batista e diretores da JBS também são acusados de vender o equivalente a R$ 327,4 milhões em ações da empresa em abril, quando já colaboravam com as investigações. Os autores sustentam ainda que a empresa obteve um crescimento superior a 4.000% em seu faturamento graças a créditos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

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JOSE LUCENA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/PAGOS
Nova fase da Operação Lava Jato cumpre mandados no RJ
A Polícia Federal deflagra na manhã de hoje (01) a Operação Ratatouille, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de desvio de recursos destinados ao fornecimento de merenda escolar e alimentação de detentos no estado do Rio de Janeiro, tendo como contrapartida o pagamento de propina a autoridades públicas. A Operação, nova fase da Lava Jato no Rio de Janeiro, é realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e a Receita Federal. Cerca de 40 policiais federais cumprem 1 mandado de prisão preventiva e 9 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal/RJ, na capital fluminense (Barra da Tijuca, Centro, Ipanema e Leblon) e nos municípios de Mangaratiba/RJ e Duque de Caxias/RJ. As investigações, iniciadas há seis meses, indicam o pagamento de pelo menos R$ 12,5 milhões em vantagens indevidas a autoridades públicas por um empresário do ramo de alimentação que mantinha contratos com o Governo do Estado do Rio. O preso será indiciado por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Após os procedimentos de praxe, ele será encaminhado ao sistema prisional do estado. O nome da Operação remete a um prato típico da culinária francesa, em referência a um jantar em restaurante de alto padrão em Paris/França, no qual estavam presentes diversas autoridades públicas do estado do Rio de Janeiro e empresários que possuíam negócios com o Estado.

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A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (1º) a Operação Cifra Oculta para apurar crimes eleitorais e lavagem de dinheiro relacionados à campanha de 2012 para prefeitura municipal de São Paulo. Cerca de 30 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, nas cidades de São Paulo, São Caetano e Praia Grande. O inquérito policial é um desmembramento da Operação Lava Jato e iniciou-se em novembro de 2015, em razão de determinação do Supremo Tribunal Federal para desmembrar a colaboração premiada de executivos da empresa UTC em anexos para a investigação nos estados. A investigação apura o pagamento, pela empreiteira, de dívidas de uma das chapas da campanha de 2012 à prefeitura municipal de São Paulo, referentes a serviços gráficos no valor de 2,6 milhões de Reais. A gráfica pertencia a familiares de um ex-deputado estadual.

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