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Magda Chambriard: 'Governo foi alertado sobre possível fracasso da política do pré-sal'
Magda Chambriard
Magda Chambriard deixa a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta sexta-feira, após quatro anos como diretora-geral e mais oito em outras funções. Funcionária de carreira da Petrobras, Magda teve papel ativo na descoberta de grandes áreas do pré-sal e travou embates severos com grandes petroleiras, como a Petrobras. “Eu falo baixo, mas com firmeza, exigindo respeito ao país”, diz. Na sua opinião, o Brasil não conta hoje com um aparato regulatório que permita extinguir o sistema de multa por descumprimento da política de conteúdo local, como pretende a indústria. Mas conta, ao mesmo tempo, que desde 2009 indica ao governo que algumas petroleiras se comprometeram com porcentuais irreais de aquisição interna. A seguir, trechos da entrevista. Na sua gestão, houve reclamação de que a ANP teria aplicado multas bilionárias às petroleiras. A crítica é realista? Não houve nenhuma multa bilionária. Elas são da ordem de menos de 500 milhões de reais. Há menos de 400 milhões de reais pagos. Eu diria que parte das multas está no limite de não ser coercitiva. Esse assunto é de extrema importância, porque a indústria fornecedora emprega muito mais do que as petroleiras. A gente pode escolher não ligar para isso ou pode ver que tipo de benefício pode tirar. Eu não tenho dúvida de que exageramos na mão para mais (sobre a capacidade da indústria nacional de atender à demanda das petroleiras). Mas se uma empresa disser que não quer fazer nada no Brasil, talvez a gente esteja exagerando na mão para menos.

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 A entrevista perdida de Che Guevara
Em 13 de dezembro de 1964, o então ministro de Indústrias de Cuba comparecia aos estúdios da rede de televisão estadunidense CBS para conceder uma entrevista aos jornalistas Paul Niven e Richard C. Hottelet (CBS) e Tad Szulc (New York Times) durante o programa “Face to Nation”. A seguir, a transcrição, reproduzida pelo portal Cubadebate e traduzida para o português pelo Diário Liberdade.

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Dilma critica “PEC da Maldade” e garante não ter ódio de Temer
A ex-presidente Dilma Rousseff deu entrevista à Radio Guaíba, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, nesta quinta-feira (13). Ela voltou a chamar o impeachment de golpe, e considerou que esse processo “continuado” ainda não terminou. Ela avaliou que, caso ocorra, a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, investigado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), vai ser o “corolário do golpe”. “Eu acredito que tem um quadro de golpe continuado. Este quadro tem como objetivo principal impedir que na eleição de 2018, o Lula participe da eleição como candidato. Acho que há um objetivo claro de condená-lo na segunda instância para inviabilizá-lo como candidato", reassaltou. Dilma chamou a PEC 241 de “PEC da Maldade”, que tem, para ela o objetivo final de acabar com a política de correção do salário mínimo. Negou ter ódio do presidente Michel Temer, afirmando que não tem razões para ter “ódio de traidor”. A ex-presidente Dilma Rousseff concedeu cerca de 50 minutos de entrevista para os jornalistas Juremir Machado da Silva e Taline Oppitz, durante o Esfera Pública. Ela voltou a chamar o impeachment de golpe, e considerou que esse processo “continuado” ainda não terminou. Ela também avaliou que, caso ocorra, a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, investigado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), vai ser o “corolário do golpe”. Dilma ainda negou ter ódio do presidente Michel Temer, revelou que não vai estar em Porto Alegre para votar no pleito de segundo turno e garantiu que, por agora, não pensa em se candidatar a nenhum cargo público, embora considere que ninguém pode se fechar, como cidadão, a essa possibilidade.

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G1
ACM Neto anuncia projetos para próximos quatro anos
O prefeito ACM Neto, reeleito prefeito de Salvador em primeiro turno, nas Eleições de 2 de outubro de 2016 disse durante coletiva de imprensa na tarde desta segunda-feira (3) que pretende criar um novo projeto para gerar emprego na capital baiana. O objetivo da ação é criar vagas de emprego e fornecer um pacote de incentivos fiscais para os empresários. Neto também sobre o planejamento da nova equipe de governo e informou que pretende manter o valor dos impostos. Segundo relatou, a previsão que a prefeitura tem é de diminuir as taxas. "Comecei a conversar com pessoas da área fazendária. Estou preocupado com as contas. Estamos à procura de um caminho para garantir que as contas da prefeitura batam certo e que a gente não aumente os valores", disse. Com relação à nova composição da Câmara de Vereadores e relacionamento com o governador do estado, Rui Costa o prefeito disse que quer manter o diálogo com ambos, inclusive com a oposição. Sobre o projeto "Salvador Emprego", ACM Neto disse que ainda prepara detalhes finais e que o lançamento do projeto está previsto para 2017. A taxa de desemprego em Salvador é a maior do país, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados fazem parte de uma pesquisa referente ao segundo trimestre de 2016, divulgados em agosto deste ano. "'Salvador Emprego' tem característica emergencial que pode durar cerca de um ano. É um convite a empresários baianos, brasileiros e estrangeiros, se for o caso. Aquela empresa que para se instalar em áreas da prefeitura, onde não existem empregos, se ela precisa adquirir um terreno, ela terá isenção do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza) da construção do empreendimento ou depois, descontos progressivos, onde quanto mais emprego ela gerar, mais descontos terá no IPTU, por exemplo", explicou.

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acmneto
ACM Neto: “O DEM conseguiu refazer a conexão com as ruas”
Favorito à reeleição em Salvador, prefeito diz que seu partido vive o melhor momento desde 2003
Não espere uma resposta do prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), ao questioná-lo sobre a possibilidade de se candidatar ao Governo da Bahia nos próximos anos. "Pelo amor de Deus, eu não posso... Nem especularia, porque tenho eleição para vencer em poucos dias", disse ao EL PAÍS por telefone o prefeito, que se diz "focado" em Salvador e frequenta a lista dos gestores mais bem avaliados do país. Seu partido, contudo, enxerga para além da capital baiana ao olhar para o prefeito favorito à reeleição, com quase 70% de intenções de voto em pesquisas de opinião. A "vitrine" do Democratas para o Brasil explica na entrevista a seguir a que atribui sua boa avaliação popular e defende que seu partido elabore um projeto nacional para 2018 após as municipais.

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veja
Em entrevista inédita, Domingos Montagner fala de sua arte e família
Quis o destino reeditar a história; tomar, de súbito, o poder de decisão dos autores de “Velho Chico”. Quiseram as caudalosas águas do Rio São Francisco abraçar e levar de vez para si aquele que, durante meses, incorporou a luta pela natureza viva, pela preservação de um povo. Se na ficção Santo renasceu, não houve milagre que nos trouxesse Domingos Montagner de volta. Não haverá final feliz aos nossos olhos, embora os índios reais, que ressuscitaram o personagem da TV, alertem: “Por que estão querendo trazer a alma dele de volta? Ele nasceu de novo, se tornou um novo protetor do rio, que estava tão esquecido. Fiquem felizes pela alma dele, que se tornou um ser de luz. A água não tira a vida, ela dá a vida”. Ficamos com a saudade do ator excepcional; do homem gentil, íntegro, admirável.

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'Eu quero debater o golpe', diz Temer
Após dizer que não toleraria ser chamado de "golpista", o presidente Michel Temer negou a necessidade de combater o termo por acreditar o golpe "não pegou". Em entrevista divulgada neste domingo (11) no jornal O Globo, Temer falou sobre os protestos anti-governo: "Acho que o golpe não pegou. Pegou como movimento político. Como movimento político é bem pensado até", disse, em resposta à pergunta se combateria o termo "golpista": "eu quero debater o golpe, quero que tenham argumentos. Porque o que está infernal no Brasil é essa irascibilidade. Isso está infernizando o país. Me digam qual é o golpe? Eu só quero governar". Leia a entrevista do Presidente Michel Temer ao jornal O Globo

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Lia Robatto doa acervo pessoal ao Centro de Memória da Bahia
Em celebração aos 30 anos do Centro de Memória da Bahia, a coreógrafa, autora de livros sobre dança e produtora cultural, Lia Robatto, doou para a unidade seu acervo físico e digital, compostos por cartazes de espetáculos, programas, estudos, registros de imprensa, fotos, filmagens e outros elementos, que serão disponibilizados para estudos, pesquisas e fruição. Natural de São Paulo, Lia Robatto veio para a Bahia com 17 anos. Foi aluna da polonesa Yanka Rudzka na Sociedade Pró-Arte Moderna e Museu de Arte de São Paulo, além de integrar o Conjunto de Dança Contemporânea da Escola de Dança da Universidade Federal da Bahia (UFBA), onde se formou dançarina. Foi professora das escolas de Dança e Teatro da UFBA, e em 1970, criou o Grupo Experimental da Dança. Lia Robatto ainda implantou a Escola de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), o Balé do Teatro Castro Alves, atuou como integrante do Conselho Estadual de Cultura da Bahia e hoje é uma das grandes personalidades do gênero em todo o país. Confira entrevista:

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viamundo
PT reorganiza o futuro na política nacional

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mundocelebridade
Jady diz que se fez de difícil
O DNB reproduz entrevista com Jady Duarte, garota carioca que passou uma note com o homem mais veloz do mundo: Usain Bolt. Na seção Conversa da edição da Revista Veja desta semana a estudante revela detalhes de seu rápido affair com o velocista jamaicano - e conta como isso mudou sua vida

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tribunahoje
Beto Jamaica acredita na fórmula de sucesso do grupo
Fenômeno nos anos 1990 e início dos 2000, o grupo É o Tchan está na memória coletiva dos brasileiros que vivenciaram a época. Letras como “Segura o Tchan”, “É o Tchan no Havaí”, “A nova loira do Tchan” e “Bambolê” – só para citar algumas – fizeram muita gente “ralar” até o chão, desde as crianças aos mais velhos. O grupo baiano, inicialmente formado por Compadre Washington, Beto Jamaica, Débora Brasil, Carla Perez e Jacaré, passou por muitas fases (antes se chamavam Gera samba) e ficou conhecido pelo concurso das dançarinas morenas e loiras: o auge foram as Sheilas Carvalho (morena) e Melo (loira). A banda de pagode e swing baiano encontrou a fórmula do sucesso com suas letras divertidas e maliciosas e músicas coreografadas; venderam mais de R$ 10 milhões de discos, gravaram 3 DVDs e 15 Cds. Entre altos e baixos na carreira, o É o Tchan renasce no compasso de 6 dançarinas e os vocalistas originais: Compadre Washington e Beto Jamaica. Nesta entrevista concedida em Recife, no sábado (20), à colunista Amanda Figueirôa, Beto Jamaica conta alguns fatos da carreira do É o Tchan!

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BBC
Rio 2016 escancara crise do modelo dos Jogos Olímpicos
Vila dos Atletas será transformada em condomínio de luxo
A Rio 2016 será marcada como a Olimpíada em que "o verniz das relações públicas se desfez de forma inédita na história dos Jogos, como nunca antes", na opinião do pesquisador Jules Boykoff, doutor em ciência política e professor da American University, de Washington. Em entrevista à BBC Brasil, ele disse que problemas surgidos na preparação dos locais sede - "privilégios para os mais ricos, remoções de muitas pessoas do seu local de moradia e militarização do espaço público" - não são novos, mas que no Rio "você vê essas tendências aumentadas, e com clareza muito maior". Ele diz, como exemplo, que no Rio "jamais houve a mínima ilusão" de que a Vila dos Atletas seria revertida, após os Jogos, em alguma projeto de valor social, como foi o caso em Olimpíadas anteriores. Jules Boykoff escreveu livro sobre história política dos Jogos. "A Olimpíada como megaevento está lentamente entrando em crise, e você vê elementos desta crise se apresentando com força maior no Rio."

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CMS
''Seja quem for o vice, Neto será o vencedor'', afirma Léo Prates
Vice-líder do governo e líder do DEM na Câmara de Salvador, o vereador Léo Prates evita emitir sua opinião sobre o favorito para ocupar a vice do prefeito ACM Neto na próxima eleição. Relator do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) na Câmara Municipal, Léo rebate as críticas da oposição ao afirmar que o projeto preza pela transparência, valoriza a participação popular e se preocupa com o desenvolvimento econômico-social da cidade. Nesta entrevista concedida com exclusividade à Tribuna e reproduzida pelo DNB,, o democrata também fala sobre a polêmica em torno da verticalização da orla e faz um balanço do governo do correligionário ACM Neto.

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reprodução facebook
Entrevista com Filipe Duarte Santos Professor catedrático da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, regendo disciplinas nas áreas da Física, Ambiente e Alterações Climáticas. É Professor visitante em várias Universidades dos EUA e da Europa. O clima de um determinado local ou região, ou o clima global, é definido pela descrição estatística, em termos da média e variabilidade, das variáveis meteorológicas que caracterizam o estado da atmosfera nesse local ou região, ou em todo o globo, durante um período de tempo, no mínimo de alguns meses e até milhares de anos. A Organização Meteorológica Mundial das Nações Unidas utiliza um período mínimo de 30 anos para definir um clima. A mudança climática ocorre quando há uma variação do clima relativo a períodos sucessivos de 30 anos, seja a nível local, regional ou global. Consequentemente são necessários dados climáticos para um período de pelo menos 60 anos para poder identificar uma mudança climática. Em lugar de mudanças climáticas também é frequente utilizar a expressão equivalente de alterações climáticas.

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TribunadaBahia
 Geddel mente; Geddel tem razão
Em entrevista publicada neste domingo (05) no Jornal O Globo, o ministro Geddel Vieira Lima (PMDB), minimiza demissões de dois colegas e defende aumento de servidores. Para ele, ideia de consulta para novas eleições é ‘coisa de golpista’

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