Saúde - Diário News Bahia

Entrevistas

'O movimento feminista no Brasil é o mais organizado da América Latina'


Turismo

Destinos saborosos do chocolate brasileiro


Saúde

Pesquisadores australianos descobrem a chave para perda de peso
Cientistas da Austrália descobriram um caminho para acelerar a perda de peso. O estudo, publicado pela Universidade Monash de Melbourne nesta terça-feira (6), descobriu que a "religação" de vias no sistema nervoso central aumentou significativamente a capacidade de queima de gordura do corpo. A descoberta - pela equipe da Monash University - marca o fim de uma corrida global de sete anos para descobrir como "mudar o interruptor" no corpo para ajudar na perda de peso.Os pesquisadores descobriram que manter ratos a oito graus Celsius por uma semana ativou um processo dentro do sistema nervoso central causando à gordura branca, que armazena a energia, a transformação em gordura marrom, que queima energia. Brian Oldfield, membro do Departamento de Fisiologia da Universidade Monash, disse que também descobriu mudanças no "último disparo" de conexões de células nervosas que viajam das células do cérebro diretamente para as células de gordura "bege" transformadas. Sistema nervoso central é fundamental "Ele chama a atenção na coordenação dos eventos no sistema nervoso central trazendo isso para o centro do cenário, e desestimula o papel desempenhado pelos processos periféricos que ocorrem na gordura," disse Oldfield. "Sabemos que para que tais eventos sejam planejados de maneira que ajude os animais e os seres humanos a reagirem adequadamente às mudanças na temperatura e na dieta, deve haver coordenação dessa mudança no sistema nervoso central", explicou. Ele disse que identificar o processo foi um passo significativo para identificar o que poderia ser alterado, imitado ou bloqueado para transformar "gordura ruim em gordura boa." "A questão é que há uma quantidade limitada de gordura boa (marrom) em seres humanos - apenas cerca de 50 a 70 gramas," disse Oldfield. "A esperança é que, ao induzir uma gordura marrom, você possa melhorar a capacidade de queimar energia. É uma questão de tentar encontrar a porta de entrada para ativar esses caminhos", finalizou.

Leia Mais

Agência Brasil
Remédios para tratar hepatite C são incorporados ao SUS
Os medicamentos serão oferecidos a pacientes crônicos
Os medicamentos ombitasvir, veruprevir, ritonavir e dasabuvir, usados no tratamento da hepatite C, serão incorporar ao Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) de sexta-feira (02) e entrou em vigor no mesmo dia.

Leia Mais

Zika vírus também pode provocar glaucoma congênito
Oftalmologista do Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, o pesquisador Bruno de Paula Freitas publicou, na revista Ophthalmology desta terça-feira (29), um trabalho que descreve o caso inédito de glaucoma congênito decorrente do Zika. O periódico, que pertence à Academia Americana de Oftalmologia (AAO – American Academy of Ophthalmology), é considerado um veículo de grande impacto internacional e traz, na nova edição, o alerta sobre os efeitos, cada vez mais surpreendentes e devastadores, do vírus. “Essa é a primeira vez que é descrito na literatura científica a presença de glaucoma congênito em um bebê com comprovada infecção pelo Zika vírus. Doença rara e grave, pois pode levar à cegueira permanente, o glaucoma congênito é caracterizado pelo aumento da pressão intraocular em crianças portadoras de má formação nos olhos”, explica o médico. Para chegar à conclusão do trabalho científico, Freitas contou com a parceria de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), da Universidade de Yale (EUA) e dos laboratórios da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto Evandro Chagas (IEC). Juntos, os autores relatam, na pesquisa, o caso em um bebê de três meses de idade, nascido em Salvador, com sorologia positiva para Zika vírus e negativa para dengue e outras possíveis causas de infecções congênitas. “A criança apresentava microcefalia, alterações dos membros inferiores, além de outras alterações cerebrais, como o desenvolvimento incompleto do corpo caloso e lisencefalia, também conhecido por 'cérebro liso', devido à falta de sulcos e reentrâncias que observamos em um cérebro normal”, lembra o profissional do HGRS. O oftalmologista conta ainda que a criança estudada apresentava aumento do globo ocular direito, associado à fotofobia (sensibilidade exacerbada à luz), e lacrimejamento persistente, bem como irritabilidade constante. “Os exames acusaram aumento significativo da córnea do olho direito em relação ao esquerdo. A pressão intraocular do olho alterado estava de 30 mmHg e de 14 mmHg, no olho esquerdo. A córnea do olho direito também apresentava um aspecto ‘azulado’, consequência do importante edema causado pelo aumento da pressão intraocular”.

Leia Mais

Justiça decide que aborto até o terceiro mês não é crime
A maioria da primeira turma do STF (Supremo Tribunal Federal) firmou o entendimento, nesta terça-feira (29), de que praticar aborto nos três primeiros meses de gestação não é crime. Votaram dessa forma os ministros Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Edson Fachin. A decisão é sobre um caso específico, em um habeas corpus que revogou a prisão preventiva de cinco pessoas que trabalhavam numa clínica clandestina de aborto em Duque de Caxias (RJ), mas pode ser considerada um passo à frente na descriminalização do ato, desde que no início da gravidez.O relator, ministro Marco Aurélio, já havia concedido liminar em 2014 para soltar os cinco médicos e funcionários da clínica fluminense. Seu fundamento era que não existiam os requisitos legais para a prisão preventiva (como ameaça à ordem pública e risco à investigação e à aplicação da lei). Nesse processo, nenhuma mulher que praticou aborto na clínica foi denunciada. Barroso, à época, pediu vista. Em seu voto, nesta terça, ele concordou com a revogação das prisões pelos motivos apontados por Marco Aurélio, mas trouxe um segundo fundamento. Para ele, os artigos do Código Penal que criminalizam o aborto no primeiro trimestre de gestação violam direitos fundamentais da mulher. As violações são, segundo o voto de Barroso, à autonomia da mulher, à sua integridade física e psíquica, a seus direitos sexuais e reprodutivos e à igualdade de gênero. "Na medida em que é a mulher que suporta o ônus integral da gravidez, e que o homem não engravida, somente haverá igualdade plena se a ela for reconhecido o direito de decidir acerca da sua manutenção ou não", escreveu o ministro sobre o direito à igualdade de gênero.

Leia Mais

ONU elogia projeto brasileiro de produção de radiofármacos
Em visita à sede da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) na última semana, o diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, elogiou o projeto do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), desenvolvido pela comissão com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e que será instalado em Iperó, no interior de São Paulo. A AIEA é ligada à Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo Amano, o reator representará avanços na área da medicina nuclear do Brasil, que vão beneficiar a população com a produção de radioisótopos utilizados em radiofármacos aplicados em tratamentos de câncer e em diagnósticos de doenças do coração e do cérebro, entre outras. “Vai beneficiar milhões de pessoas em seu país”, disse. O presidente da CNEN, Renato Cotta, admitiu que há um atraso no desenvolvimento do projeto do RMB, mas disse que há expectativa de liberação de recursos do governo ainda este ano para a contratação do projeto executivo de engenharia, que deve levar dois anos. Depois disso, são necessários mais dois anos para construção do reator. “Nossa perspectiva é essa. Se continuar o nosso cronograma de assinatura do projeto executivo agora e construção logo a seguir, a gente está com isso concluído em 2020”, disse. Segundo Cotta, o Brasil produz atualmente uma série de radiofármacos de meia-vida curta, com efetiva aplicação por um período de duas horas, mas o radioisótopo de vida-longa, que pode durar até 60 horas, ainda precisa ser importado, o que deixa o país dependente do mercado internacional. Com o RMD, essa dependência e a demanda reprimida pelos medicamentos serão reduzidas. Hoje, a medicina nuclear no Brasil é responsável por dois milhões de procedimentos médicos, um terço da demanda real por tratamentos desse tipo, segundo o presidente da CNEN.

Leia Mais

Laranja e abacaxi são alimentos com maior risco de contaminação por agrotóxico, diz Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta sexta-feira (25) o relatório do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA), que conclui que quase 99% das amostras dos alimentos analisados estão livres de resíduos de agrotóxicos que apresentam “risco agudo” para a saúde. O risco agudo está relacionado às intoxicações que podem ocorrer dentro de um período de 24 horas após o consumo do alimento que contenha resíduos. Entre 2013 e 2015, o programa avaliou mais de 12 mil amostras de alimentos em todos os estados brasileiros, além do Distrito Federal. Foram avaliados cereais, leguminosas, frutas, hortaliças e raízes, totalizando 25 tipos de alimentos. O critério de escolha foi o fato dos itens representarem mais de 70% dos alimentos de origem vegetal consumidos pela população brasileira. Entre os alimentos mais consumidos pela população, as laranjas apresentaram o maior risco de contaminação por agrotóxico. Das 744 amostras, 684 foram consideradas satisfatórias e 141 não apresentaram resíduos. O maior risco associado a laranjas está relacionado ao agrotóxico carbofurano, atualmente em processo de reavaliação na Anvisa. Das amostras avaliadas, 11% apresentaram situações de risco relativas ao carbofurano. O documento registra que o abacaxi também merece atenção. Pelo menos 5% das amostras da fruta apresentaram potencial de risco relacionado ao agrotóxico carbendazim. Nos demais produtos, como mamão, feijão, abobrinha, pimentão, tomate e morango, o risco agudo verificado foi considerado aceitável em mais de 99% das amostras.

Leia Mais

Divulgação
Mutirão realizou mais de 3 mil cirurgias pelo interior
Mais de 3 mil cirurgias foram realizadas em pacientes com idades entre 14 e 65 anos do interior baiano. Este é o balanço de apenas três meses de funcionamento do Mutirão de Cirurgias, uma iniciativa da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), cuja meta é atender 13 mil baianos no período de um ano e reduzir a fila de espera de seis procedimentos – cirurgias de vesícula, câncer de próstata, hérnia, útero, miomas e câncer de mama. Vinculado ao Programa Saúde sem Fronteiras, o Mutirão de Cirurgias já beneficiou os habitantes de cem municípios das regiões de Ipiaú, Jaguaquara, Jequié, Valença, Ilhéus, Itabuna, Vitória da Conquista, Camaçari e Ruy Barbosa. De acordo com o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, este é um projeto importante para todos os 417 municípios. “Identificamos que a população aguardava meses e até anos para realizar uma cirurgia, porque as prefeituras não conseguiam oferecer o acesso ao procedimento. O Governo do Estado então resolveu ajudar os municípios para eliminar a fila dos procedimentos cirúrgicos de maior demanda", afirma o secretário, que ressalta também o esforço financeiro para realizar a ação. “Estamos pagando 50% a mais do que o estipulado pela tabela SUS, com recursos do tesouro estadual, para que as equipes médicas tenham interesse em fazer as cirurgias”, pontua Vilas-Boas. Contando com a realização de exames pré-operatórios e consultas com cirurgiões, a ação do Governo da Bahia, inédita no país, disponibiliza a equipe médica e toda a estrutura para os procedimentos, além do acompanhamento do paciente e o kit pós-operatório para a segurança do mesmo na alta hospitalar.

Leia Mais

SUS pode oferecer medicamento contra obesidade
O Ministério Público Federal na Bahia (MPF/BA) enviou, no dia 8 de novembro, recomendação ao Ministério da Saúde para que o órgão adote medidas para criação de um protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para o tratamento da obesidade e envie requerimento à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologia no Sistema Único de Saúde (Conitec) para que medicamentos como o Orlistat, de combate à doença, sejam incorporados ao Sistema Único de Saúde (SUS). A procuradora da República Vanessa Gomes Previtera considerou, na recomendação, que existe a necessidade de se criar o protocolo de tratamento da obesidade, fixando critérios objetivos para o diagnóstico e o tratamento da doença – inclusive com a utilização de remédios como o Orlistat, já que o próprio Ministério da Saúde confirma ser necessário utilizar medicamentos para pacientes com obesidade avançada. Previtera pontuou ainda que “o próprio Ministério da Saúde detém iniciativa de encaminhar propostas de inclusão à Conitec, de acordo com o art. 15, § 4º do Decreto nº 7.646/2011”. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia deu parecer favorável à incorporação do Orlistat no SUS – primeiro medicamento de combate à obesidade que deverá figurar no sistema. Segundo dados de 2015 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 60% da população brasileira (82 milhões de pessoas) está com excesso de peso. Apesar de não haver cura para a doença, o MPF considerou, ao emitir a recomendação, que remédios como o Orlistat, em conjunto com uma dieta adequada, podem trazer redução de peso ao paciente.

Leia Mais

Unicef demonstra interesse no uso dos testes rápidos de Zika da Bahiafarma
Em reunião realizada na manhã desta sexta-feira (18), a direção do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) demonstrou interesse no uso dos testes rápidos para diagnóstico de infecção por Zika vírus desenvolvidos pela Bahiafarma em regiões do mundo onde já há surtos deflagrados da doença, como países das Américas do Sul e Central, da África e da Ásia, e outras potencialmente suscetíveis ao avanço da enfermidade. Segundo o diretor-presidente do laboratório público baiano, Ronaldo Dias, a principal preocupação do órgão internacional é o rápido avanço da Zika, enfermidade relacionada ao surgimento de casos de microcefalia em fetos e bebês, sem que haja uma forma rápida e econômica de diagnosticar a doença na maioria dos países atingidos. “Eles têm muito interessem em levar nossos testes para essas áreas onde há muito risco de contrair a doença, para monitorar seu avanço e controlar os surtos”, relata o executivo. “Vamos iniciar um plano de validação dos testes nos países para atender a essa demanda.” O encontro, realizado na sede do órgão, em Copenhague (Dinamarca), foi agendado pelos diretores do órgão internacional, para que conhecessem os testes rápidos e iniciassem um plano de uso dos dispositivos no mundo. “Fomos convidados pela direção da Unicef para participar desse projeto de alcance global”, afirma o secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, também presente

Leia Mais

Cientistas concluíram que o Paracetamol pode tornar as pessoas insensíveis
Popularmente usado para inibir a dor, o remédio pode ter efeitos colaterais muito mais intensos e inibir muito mais do que apenas a sensação física, revela um estudo publicado no periódico "Psychological Science". Os cientistas da Universidade de Ohio concluíram que o Tylenol pode tornar as pessoas insensíveis a emoções positivas e negativas. A pesquisa foi feita com base em um experimento com 85 pessoas, que ingeriram 1.100 mg de Paracetamol ou placebo. Após uma hora, foi pedido que os participantes analisassem 40 imagens dispostas em ordem aleatória, e classificassem em: muito agradáveis (por exemplo, crianças rindo com gatinhos em um parque), neutras (um rolo de macarrão em cima de uma mesa) ou muito desagradáveis (um vaso sanitário cheio de excrementos). Resultado: os participantes que ingeriram Tylenol se mostraram 20% menos propensos a classificar as imagens como "muito desagradáveis" e 10% menos propensos a classificá-las como "muito agradáveis" quando comparados aos voluntários que ingeriram placebo. "Recomendamos seguir o conselho de seu médico para o controle da dor com o Tylenol", afirmou Geoffrey R.O. Durso, doutorando de psicologia e autor do estudo.

Leia Mais

Um em cada dois adultos com diabetes não está diagnosticado
No Dia Mundial do Diabetes, lembrado nesta segunda (14), a Federação Internacional do Diabetes faz um alerta: um em cada dois adultos com a doença não está diagnosticado e, portanto, não tem ciência de sua condição e não toma os devidos cuidados. O tema da campanha este ano é De olho no diabetes, com foco em promover a importância do rastreamento e garantir o diagnóstico precoce, o tratamento e a redução do risco de complicações mais sérias – sobretudo em casos de diabetes tipo 2. Dados da entidade mostram que a doença segue crescendo em todo o mundo: ao todo, 415 milhões de adultos viviam com diabetes em 2015. A previsão é de que esse número chegue a 642 milhões em 2040 – uma proporção de um adulto diabético para cada dez adultos no planeta. “Muitas pessoas vivem com diabetes tipo 2 por muito tempo sem que tenham ciência de sua condição. Quando recebem o diagnóstico, as complicações provocadas pela doença podem já estar presentes”, destaca a federação. Os números mostram ainda que até 70% dos casos de diabetes tipo 2 podem ser prevenidos por meio da adoção de hábitos mais saudáveis. A quantia deve representar cerca de 160 milhões de pacientes até 2040. “Diante de índices crescentes de subnutrição e de baixa atividade física entre crianças de diversos países, o diabetes tipo 2 na infância tem potencial para se tornar um problema de saúde pública global, provocando sérias consequências”, acrescenta a entidade. Em diversas localidades do mundo, o diabetes figura como a principal causa de cegueira, doenças cardiovasculares, falência renal e amputação de membros inferiores.

Leia Mais

Bahia terá centro especializado na assistência a pessoas autistas
Com previsão para iniciar os atendimentos ainda no mês de novembro, o Centro de Referência Estadual para Pessoas com Transtorno do Espectro Autista ampliará o acesso à atenção especializada dos pacientes com este tipo de transtorno. Para o funcionamento da unidade, instalada no Campo Grande, em Salvador, o secretário da Saúde do Estado, Fábio Vilas-Boas, assinará na próxima sexta-feira (11), o contrato de gestão com representantes da Liga Álvaro Bahia Contra a Mortalidade Infantil, organização social que irá gerir o serviço. O Centro contará com uma equipe multiprofissional composta por assistentes sociais, educador físico, enfermeiro, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos, musicoterapeuta, nutricionista, pedagogo, psicólogos e terapeutas ocupacionais, além de pessoal de apoio, que trabalhará para contribuir para o desenvolvimento e a inclusão social da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA)e suas famílias. A unidade ainda funcionará como um espaço para capacitação de profissionais para o atendimento às pessoas com Transtorno do Espectro Autista em todo o estado da Bahia. A expectativa é também ofertar campo de estágio e extensão de Instituições de Ensino Superior e de Ensino Técnico em Saúde.

Leia Mais

Diabéticos representam 80% da demanda de próteses no Cepred
As histórias dos pacientes que se submeteram a amputações como conseqüência do diabetes são muito similares: o diabetes sem controle, como resultado dos hábitos de vida - alimentação não-saudável, uso do álcool e do fumo e falta de atividade física. Por isso, é muito importante cuidar da prevenção do pé diabético, complicação da doença que representa a principal causa de amputações de membros inferiores, superando os acidentes, como destaca a coordenadora de Educação em Diabetes e Apoio à Rede (Codar), do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Graça Velanes. Na programação que o Cedeba desenvolverá com seus pacientes, de 16 a 18 de novembro, dentro da programação do Dia Mundial do Diabetes (14 de novembro), haverá avaliação dos pés, com vistas ao rastreamento de redução ou perda de sensibilidade protetora plantar, sinalizador de ulcerações, atividade que terá como responsáveis médicos e enfermeiros. Nos pacientes diabéticos, a incidência de ulceração é de 25%, em razão do pé diabético (definido como infecção, ulceração e/ou destruição de tecidos moles associados a alterações neurológicas e a vários graus de doença arterial periférica nos membros inferiores). E 85% das úlceras precedem as amputações, caracterizando importante problema de saúde pública.

Leia Mais

Especiais

'Ainda existe escravidão no Brasil, precisamos acordar para isso'

Buscar




Vídeos

Delator fala sobre caixa dois para o filho de Zé Dirceu

 

Diário News Bahia - Direitos reservados
E-mail: contato@diarionewsbahia.com.br