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Pesquisa aponta novo mal associado à chikungunya
Pesquisadores do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) constataram que a febre chikungunya, além da já conhecida inflamação das articulações, que dificulta a locomoção das pessoas contaminadas, pode provocar lesões vasculares irreversíveis. A pesquisa começou a ser feita em março de 2016, quando cirurgiões vasculares passaram a observar o inchaço das pernas em pacientes infectados pelo vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. Até então, não havia disponível na literatura médica a associação desse sintoma com a doença. Estudos mais detalhados da equipe confirmaram as suspeitas e a associação, pela primeira vez, da lesão dos vasos linfáticos com a febre chikungunya e comprovaram uma nova manifestação clínica. O trabalho é pioneiro no mundo. Para ser realizado, envolveu 32 pacientes, entre 30 e 80 anos — não foi identificada, ainda, uma população de risco. Eles foram submetidos a exames de sangue, ultrassom nos membros inferiores e ecocardiograma, a fim de afastar outras possíveis causas de edemas. Tiveram também de passar por exame de linfocintilografia para observação de possíveis lesões dos vasos linfáticos como causa do edema.

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Reprodução/ TV Gazeta
Cidades do ES podem pagar multa de R$1 mil por dia caso não controle frequência de médicos
Hospital Geral de Linhares
Por meio da Procuradoria da República no Município de Linhares, o Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, contra as prefeituras de Linhares, João Neiva, Ibiraçu, Sooretama e Rio Bananal para que as administrações adotem medidas de melhoria na qualidade dos serviços de saúde prestados ao moradores desses municípios. Todas as prefeituras já haviam recebido recomendações do MPF indicando a adoção de medidas como o controle biométrico da frequência dos profissionais de saúde, em especial médicos e odontólogos. Apesar disso, as administrações não acataram as providências ou não as cumpriram na íntegra, sendo necessário o ajuizamento das ações. Pedidos. Nas ações contra os municípios de Linhares, João Neiva, Ibiraçu e Rio Bananal, o MPF/ES pede, com tutela provisória de urgência, que, em um prazo de 30 dias, seja garantido a todos os usuários do Sistema SUS não atendidos o fornecimento de certidão ou documento equivalente, em que conste o nome do usuário, unidade de saúde, data, hora e motivo da recusa do atendimento de saúde solicitado.

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Agência Brasil
Grávidas do Bolsa Família começam a receber repelentes em março
Proteção das mulheres grávidas é prioridade para o governo
Mais de 484 mil gestantes beneficiárias do Bolsa Família receberão, a partir de março, repelentes para reduzir os índices de doenças relacionadas ao mosquito Aedes egypty, como zika, dengue e febre chikungunya. O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) distribuirá 15,9 milhões de frascos divididos em sete lotes. O último lote será distribuído em dezembro. Nesta primeira etapa, serão entregues quase um milhão de unidades. As prefeituras ficarão responsáveis por escolher a melhor forma de distribuição – ou no Centro de Referência de Assistência Social (Cras) ou na unidade de saúde. “Os prefeitos conhecem como ninguém a realidade local e a estrutura de cada unidade. Por isso, eles têm autonomia para definir a melhor forma de entregar o produto às gestantes”, explica o secretário executivo do MDSA, Alberto Beltrame. Segundo o secretário, a proteção das mulheres grávidas beneficiárias do Bolsa Família é prioridade para o governo federal. “O combate ao mosquito é uma tarefa permanente da sociedade brasileira. Essa ação é mais uma ferramenta nesse conjunto de medidas que precisam ser tomadas, ajudando essas mulheres, especialmente as mais pobres, na prevenção do zika”, afirmou.

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EBC
Febre amarela pode se propagar do Brasil para países vizinhos
Vacinação é estratégia de saúde pública mais importante no combate à febre amarela, segundo a OPAS
Em atualização de seu alerta epidemiológico sobre a febre amarela, a Organização Pan-American da Saúde (OPAS) informou na quinta-feira (9) que mais estados brasileiros localizados em zonas de fronteira relataram epizootias — morte ou adoecimento de macacos. A suspeita é de que os animais foram infectados pelo vírus da febre amarela. Casos foram notificados no Pará, que faz fronteira com a Guiana e o Suriname; em Roraima, estado vizinho da Venezuela; no Mato Grosso do Sul, vizinho da Bolívia e do Paraguai; no Paraná, que compartilha as divisas com Argentina e também com o Paraguai; em Santa Catarina, vizinho da Argentina; e no Rio Grande do Sul, cujo território divide seus limites com a Argentina e o Uruguai. Segundo a OPAS, a ocorrências das epizootias nessas unidades federativas representa um risco de circulação do vírus transmissor da doença para outros países das Américas, especialmente em áreas onde o Brasil e seus vizinhos compartilham o mesmo ecossistema. Embora a OPAS reconheça a possibilidade de uma mudança no ciclo de transmissão da febre amarela, da silvestre para a urbana, a agência regional ressalta que, até o momento, não há evidências de que o Aedes aegypti esteja implicado no atual surto. O organismo recomenda aos Estados-membros que continuem empreendendo esforços para detectar, confirmar e tratar adequadamente os casos de febre amarela em tempo oportuno. Estratégias de saúde devem levar em conta também o contexto mais amplo, que pode incluir desafios como a circulação de diversos arbovírus — entre eles, zika, dengue e chikungunya.

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Thinkstock
Mais da metade dos médicos recém-formados em São Paulo é reprovada em teste do Cremesp
Mais da metade dos médicos recém-formados no estado de São Paulo (56,4%) é considerada inapta para o exercício da profissão nos exames de avaliação do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), feitos no ano passado. Em comparação a 2015, houve aumento de 8,3 pontos percentuais na taxa de reprovação. Foram avaliados 2.677 novos profissionais ante 2.726, em 2015. Do total de avaliados no ano passado, 1.511 não conseguiram a margem de acerto mínimo na prova aplicada pela Fundação Carlos Chagas (FCC). Para serem aprovados, os médicos precisam dar a resposta correta a, no mínimo, 60% das 120 questões. Em 2015, a taxa de reprovação chegou a 48,1% (1.312 candidatos). No ano passado, 1.166 (43,6%) dos avaliados obtiveram a média necessária para aprovação. Em 2015, 1.414 candidatos (51,9%) passaram no teste do conselho. O levantamento do Cremesp mostra que, na comparação entre as escolas públicas e privadas, prevalece um desempenho mais baixo entre os avaliados vindos de cursos particulares. Em 2015, 73,6% dos profissionais oriundos de escolas públicas tinham sido aprovados, taxa que caiu 62,2%, no ano passado. Já o percentual de aprovados entre os egressos de escolas privadas caiu de 41,2% para 33,7%.

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Anvisa
Brasileiros deverão apresentar certificado de vacinação contra febre amarela em Nicarágua e Panamá
Medida foi adotada por causa do surto da doença em Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Bahia
A partir desta segunda-feira (6), viajantes procedentes do Brasil deverão apresentar o Certificado Internacional de Vacinação ou Profilaxia – CIVP com registro de vacinação contra a febre amarela, aplicada pelo menos 10 dias antes da viagem, para entrar na Nicaráguae no Panamá. Para os viajantes com passagem pelo Panamá não será exigido o CIVP para os casos de conexão e escala, quando o viajante não sair do aeroporto. A Nicarágua ainda não informou se cobrará o certificado em escalas e conexões. Validade do certificado Conforme diretriz da Organização Mundial de Saúde, para emissão do CIVP o viajante deve ter tomado uma dose da vacina contra a febre amarela, que terá validade para toda a vida. Desta forma, para pessoa que já realizou uma vacinação, basta apresentar o cartão nacional de vacinação com os dados da vacina para emissão do CIVP. Para o viajante que não tiver nenhum histórico vacinal comprovado, deverá tomar uma dose para emissão do certificado. O cartão nacional de vacinação deve estar preenchido corretamente com a data de administração e lote da vacina, assinatura do profissional qu

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Agência Brasil
Países que fazem fronteira com o Brasil recebem alerta sobre febre amarela
A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta para o risco de países vizinhos ao Brasil apresentarem casos de febre amarela. A ocorrência da doença em animais em Roraima, que faz fronteira com a Venezuela; em Mato Grosso do Sul, vizinho da Argentina; e Paraná, próximo a Argentina e Paraguai, "representam um risco de circulação do vírus até esses países, sobretudo nas áreas com o mesmo ecossistema", diz boletimdivulgado na última sexta-feira (3). Segundo a organização, nesses locais foram notificados casos em primatas não humanos. De um total de 1.202 primatas falecidos, 259 foram confirmados com febre amarela. Além das regiões fronteiriças, foram notificados casos em animais em Tocantins, Goiás, Minas Gerais, Bahia, Espirito Santo, São Paulo, Rio Grande do Norte e Distrito Federal. A OMS diz, no entanto, que até a última quinta-feira (2), somente foram confirmados casos em humanos no Brasil. Colômbia e Peru registraram possíveis casos. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, entre 1º de dezembro de 2016 e 3 de fevereiro, foram notificados 921 casos de febre amarela, dos quais 161 foram confirmados e 58 descartados. Dos 150 óbitos notificados, 60 foram confirmados, 87 ainda são investigados e 3 foram descartados.

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consultoradealimentos
Rótulos devem indicar também “baixo teor de lactose”
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou mudanças nas informações de rótulos de alimentos que contêm lactose. Os itens com mais de 100 miligramas (mg) de lactose para cada 100 gramas ou mililitros do produto devem indicar esta informação no rótulo. O limite de 100 mg foi definido com base na experiência de outros países que já adotam essa regulação, como Alemanha e Hungria. O limite tem se mostrado seguro para as pessoas com intolerância à lactose. Os fabricantes de alimentos poderão também empregar a expressão “baixo teor de lactose” nos casos em que a quantidade de lactose for reduzida para valores entre 100 mg e 1 g por 100 gramas ou mililitros do alimento pronto conforme instruções do fabricante. Com a instituição dessas regras, o mercado brasileiro de alimentos terá três tipos de rotulagem para a lactose: “zero lactose“ ou “baixo teor”, para os produtos cujo teor de lactose tenha sido reduzido, e “contém lactose”, nos demais alimentos com presença desse açúcar.

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Anvisa
Anvisa permite registro do  primeiro medicamento à base de Cannabis sativa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do primeiro medicamento à base de Cannabis Sativa no país. O Mevatyl é composto de tetraidrocanabinol (THC), 27 mg/mL + canabidiol (CBD), 25 mg/mL), canabinoides obtidos a partir da Cannabis sativa, na forma farmacêutica solução oral (spray). Dentre a indicações, o novo medicamento registrado em outros países com o nome comercial Sativex®, trata dos sintomas da espasticidade moderada a grave relacionada à esclerose múltipla, sendo destinado a pacientes adultos não responsivos a outros medicamentos antiespásticos e que demonstram melhoria clinicamente significativa dos sintomas relacionados à espasticidade durante um período inicial de tratamento. Mevatyl® não é indicado para o tratamento de epilepsia, pois uma de suas substâncias ativas, possui potencial de causar agravamento de crises epiléticas e não é recomendado para uso em crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade devido à ausência de dados de segurança e eficácia para pacientes nesta faixa etária.

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Anvisa
Pacientes que tratam câncer de ovário contam com novo medicamento
Os pacientes com câncer no ovário agora contam com um outro medicamento para tratar a doença. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do medicamento novo Lynparza® (olaparibe), na forma farmacêutica cápsula dura. O remédio é indicado para o tratamento de manutenção de pacientes adultas com carcinoma de ovário seroso de alto grau (um tipo de câncer de ovário avançado), incluindo carcinoma da trompa de Falópio, parte do sistema reprodutor feminino que conecta os ovários ao útero, e carcinoma do peritônio (a membrana de revestimento do abdômen).

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Mais uma pessoa morre na Bahia vítima de doença misteriosa
Em Salvador, mais uma pessoa morreu, após apresentar sintomas da doença misteriosa que provoca dores musculares intensas e deixa a urina preta. A informação foi divulgada pela Secretaria de Saúde do estado da Bahia. A vítima é um homem que não teve nome e idade divulgados. A vigilância epidemiológica da Bahia abriu uma investigação para apurar se realmente a morte foi provocada pela doença. Os quadros apurados estão sendo tratados como mialgia aguda a esclarecer, pois ainda não há informações sobre as causas. Já foram registrados 52 casos entre 14 de dezembro e 5 de janeiro, e uma das hipóteses é que a doença esteja relacionada ao consumo de peixes, mas ainda não há confirmação. Amostras de pacientes estão sendo analisadas no Laboratório de Virologia da Universidade Federal da Bahia (UFNA), e a coordenação do laboratório espera ter um diagnóstico mais preciso até amanhã. Amostras de sangue, fezes e urina foram encaminhadas para laboratórios de Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo.

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Agência Brasil
Viajantes devem se imunizar contra a febre amarela dez dias antes de viagens para áreas de risco
Os interessados em viajar para unidades de conservação, em áreas de ocorrência da febre amarela, deve atentar para a importância de tomar a vacina contra a doença. De acordo com os Ministérios do Meio Ambiente (MMA) e da Saúde (MS), o período atual é responsável pelo maior registro de número de casos em grande parte do Brasil. Unidades de conservação e locais com matas e rios, onde o vírus e seus hospedeiros ocorrem naturalmente, são identificadas como áreas de risco. A doença é transmitida somente pela picada de mosquitos infectados. No caso de febre amarela silvestre (transmitia em ambiente silvestre), os mosquitos transmissores são o Haemagogus e o Sabethes; na febre amarela urbana, o Aedes aegypti é o transmissor. Porém, este tipo não é registrado no Brasil desde 1942. A vacina contra a febre amarela é ofertada no calendário nacional do Sistema Único de Saúde (SUS) e é enviada, mensalmente, para todo o País. De acordo com o Ministério da Saúde, pessoas que desejam viajar para áreas com recomendação de vacina devem receber a primeira dose pelo menos 10 dias antes da viagem. A vacinação é recomendada a partir dos nove meses de idade, conforme orientações do Ministério da Saúde. Em Minas Gerais, por conta dos casos detectados, o Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (11), que a vacinação imediata contra febre amarela deve ser, preferencialmente, a pessoas que vivem em áreas rurais dos municípios com casos suspeitos e a pessoas que nunca se imunizaram contra a doença. Na terça-feira (10), foram enviadas ao estado 285 mil doses da vacina e, nesta quinta-feira (12), serão encaminhadas mais 450 mil unidades, totalizando mais de 1 milhão de doses ao estoque. Até o momento, existem 16 casos e oito óbitos prováveis de febre amarela no estado. No total, o Ministério da Saúde investiga 48 casos e 14 mortes suspeitos da doença em 15 municípios. A investigação é conduzida, em conjunto, pelo Ministério da Saúde, estado de Minas Gerais e municípios envolvidos.

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Agência Brasil
SAMU de São Paulo recebe 81 ambulâncias
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), do estado de São Paulo recebeu ontem (10), 81 novas ambulâncias para renovar a frota. Além disso, também foram liberados R$ 774,7 milhões em recursos para o local. A medida tem como objetivo substituir as ambulâncias que têm até cinco anos de circulação sem renovação. A inclusão dos novos veículos qualificará o atendimento de populações de 57 municípios. Do total de unidades doadas, 51 fazem parte das 204 ambulâncias adquiridas para todo o Brasil, ao custo de R$ 30,7 milhões. Outras 30 foram remanejadas do Rio de Janeiro após apoio nos jogos olímpicos e paraolímpicos, quando foram cedidos 136 veículos novos com investimento da ordem de R$ 36,9 milhões. Atualmente, o SAMU de São Paulo atende 81,29% da população e está presente em 377 municípios.

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Agência Brasil
Remédio para tratamento da Doença de Chron é incorporado ao SUS
O medicamento trata obstruções e complicações infecciosas no sistema digestivo
O medicamento Certolizumabe Pegol, usado no tratamento da Doença de Crohn, foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão atualiza o Protocolo Clínico de Diretrizes Terapêuticas (PCDT) dessa doença e moderniza os tratamentos médicos, formas de atuação e dosagem do remédio. A Doença de Crohn é uma patologia inflamatória que pode afetar qualquer parte do tubo digestivo, desde a boca até o ânus. Pacientes com o estágio moderado a grave geralmente apresentam os seguintes sintomas: febre, perda de peso, dor abdominal acentuada, anemia e diarreia frequente. Com esse novo medicamento, a expectativa é amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do portador da doença. O tratamento costuma exigir uma combinação de medicamentos e procedimentos cirúrgicos necessários para tratar obstruções e complicações infecciosas. O remédio também tem indicação para os pacientes adultos que não tiveram resposta adequada a outros tratamentos.

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Pedro Moraes/GOVBA
Hospital da Mulher inicia atendimento nesta sexta-feira
O hospital vai contar com 136 leitos e capacidade para nove mil consultas por mês
De terça (10) a quinta-feira (12), o Hospital da Mulher passará por procedimentos de higienização e treinamento de equipes e na sexta (13) inicia o atendimento ambulatorial. Na próxima segunda (16), começa a receber pacientes, mesmo dia de abertura da urgência e emergência ginecológicas. A inauguração da maior unidade especializada no atendimento à saúde da mulher do Norte/Nordeste será nesta segunda (9), às 16h, pelo governador Rui Costa, no Largo de Roma, em Salvador. Com investimento superior a R$ 40 milhões, entre obras e equipamentos de alta tecnologia, que garantem maior confiabilidade aos diagnósticos médicos e promovem agilidade no tratamento, o Hospital da Mulher possui dez salas cirúrgicas, 136 leitos, um centro de diagnóstico, que inclui aparelhos como tomógrafo computadorizado, ultrassom e raio-X. A unidade de referência estadual de atendimento à mulher tem ainda uma equipe formada por 125 médicos, 200 profissionais de apoio administrativo e logístico e 350 trabalhadores da área assistencial. Oferece assistência em ginecologia, oncologia e mastologia e, como novidade, o Serviço de Média Complexidade em Reprodução Humana Assistida.

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