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Evacuação de Aleppo é adiada após ataque a ônibus
Vinte ônibus que entrariam em Fua e Kafraya, localidades xiitas visadas pelos rebeldes a 60km de Aleppo, foram atacados e incendiados por homens armados. O motorista de um dos ônibus morreu no ataque, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Os ônibus que removiam civis das duas cidades xiitas pró-Assad. "A operação foi adiada devido à ausência de garantias relacionadas à segurança dos evacuados das cidades de Fua e Kafraya", informou o diretor do Observatório, Rami Abdel Rahman. Yasser al-Youssef, do grupo rebelde Nurredin al-Zinki, confirmou à AFP o "adiamento momentâneo" da operação, assinalando que o incidente não terá impacto na retomada da mesma. Milhares de habitantes estão bloqueados em Aleppo desde sexta-feira, quando a remoção foi interrompida devido a divergências envolvendo o número exato de pessoas que deveriam deixar as duas localidades xiitas. Com fome e frio, milhares de pessoas aguardaram durante todo o dia no bairro de Al-Amiriyah, ponto de partida dos primeiros comboios que, na quinta-feira, deixaram a cidade antes da suspensão. O novo acordo fechado entre os beligerantes e aprovado pela Turquia, que apoia os rebeldes, e Rússia e Irã, aliados do governo, previa a entrada de dezenas de ônibus "sob a supervisão da Cruz Vermelha", segundo a imprensa oficial.

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Síria suspende operação de retirada de rebeldes e civis em Aleppo
As forças do regime sírio suspenderam nesta sexta-feira (16) a operação de retirada de milhares de civis e combatentes presos nas últimas zonas de Aleppo controladas pelos rebeldes, afirmou um oficial de segurança sírio. "A operação de evacuação está suspensa porque os homens armados não respeitaram as condições do acordo", disse. A TV estatal síria afirmou que rebeldes quebraram o acordo ao tentar levar prisioneiros com eles durante a operação. Por volta das 11h locais (7h de Brasília) foram ouvidos disparos e explosões na região de onde os ônibus e ambulâncias partiam. O comboio, então, abandonou o lugar. Um veículo de comunicação controlado pelo Hezbollah, aliado do governo da Síria, afirmou que manifestantes bloquearam uma rua que era usada para a retirada dos rebeldes e dos civis da cidade. Eles exigiam a que fossem removidas também pessoas de dois vilarejos na província síria de Idlib. O Irã, também aliado dos sírios, havia ordenado que as vilas de Foua e Kefraya, cercadas por rebeldes, fossem incluídas no cessar-fogo que permitiu a retirada em Aleppo. Nesta quinta-feira (15), as primeiras pessoas deixaram os bairros rebeldes da cidade síria de Aleppo. A TV pública síria mostrou imagens do comboio com cerca de 20 ônibus e dez ambulâncias, que transportavam principalmente feridos e seus parentes. Eles saíram da região em conflito após acordo em que os rebeldes entregarão ao governo o bolsão que dominam no leste da cidade. Os últimos rebeldes entrincheirados no local seriam levados para Idlib, assim como de suas famílias, de acordo com o Exército da Rússia. Os russos são aliados ao regime sírio.

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Ataques a comboios bloqueiam evacuação de civis em Aleppo
Um comboio que estava evacuando civis da parte leste de Aleppo, no norte da Síria, foi atacado nesta quinta-feira (15) por milícias governistas. Segundo uma fonte citada pela emissora Al Jazeera, a operação deixou uma pessoa morta e quatro feridas. As informações são da agência de notícias Ansa. Na última terça (13), chegou a ser anunciado um cessar-fogo para permitir a retirada de civis da cidade, mas a trégua foi violada no dia seguinte, bloqueando a evacuação. Vários ônibus que já estavam prontos para entrar em Aleppo ficaram do lado de fora do município, esperando autorização para o resgate. Os disparos de hoje indicam que a evacuação na cidade, uma das maiores da Síria, ainda não começou. Segundo a agência estatal turca Anadolu, outro comboio foi forçado a voltar atrás após disparos de milícias iranianas que lutam ao lado do regime de Bashar al Assad. Ainda de acordo com a Anadolu, o ataque teria deixado quatro mortos. O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, é adversário de Assad no tabuleiro da Guerra da Síria. Ainda assim, um oficial do Exército de Damasco comunicou que a retirada de civis pode começar "a qualquer momento". Tomada por rebeldes em 2012, Aleppo é alvo de uma operação de reconquista por parte do governo Assad, que é apoiado pela Rússia, pelo Irã e pelo grupo xiita Hezbollah. Os rebeldes controlavam a parte leste da cidade, que foi quase totalmente recuperada por Damasco. No entanto, civis ainda estão presos nas poucas zonas que permanecem nas mãos dos adversários de Assad. Nesta quinta-feira, o Ministério da Defesa da Rússia disse que milicianos e suas famílias também serão evacuados, sob ordem do presidente Vladimir Putin, da Rússia.

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Discurso que Dylan mandou para cerimônia do Nobel foi lido por embaixador
Apesar de ausente na cerimônia de premiação, o Nobel de Literatura Bob Dylan enviou um discurso à Academia, lido pela embaixadora dos EUA na Suécia, Azita Raji, no banquete dos laureados, em Estocolmo. No texto, ele afirma que o prêmio é algo que ele jamais poderia imaginar ou prever. "Desde muito novo, conheço e leio e absorvo os trabalhos dos que foram contemplados com tamanha distinção: Kipling, Shaw, Thomas Mann, Pearl Buck, Albert Camus, Hemingway. [...] Juntar-me aos nomes dessa lista realmente está além das palavras", escreveu Dylan. Ele também relata como se sentiu quando recebeu a notícia de que havia sido o vencedor do Nobel, em outubro, quando estava na estrada, em turnê. Depois de um tempo digerindo a notícia, Dylan narra que começou a pensar em William Shakespeare, que, na condição de dramaturgo, nunca assimilou o pensamento de que fazia literatura. Suas palavras eram escritas para o palco, feitas para serem ditas, não lidas. Afinal, tinha outras coisas para pensar, tais como quais eram os melhores atores para os papel de Hamlet ou se a trama deveria mesmo se passar na Dinarmarca. "Mas com certeza nunca se questionou se aquilo era literatura", escreve Dylan. Na sequência, o músico se compara ao dramaturgo. "Assim como ele, fico pensando: 'Quem são os melhores músicos, estou no estúdio de gravação certo?. [...] Algumas coisas nunca mudam, mesmo em 400 anos. Jamais tive o tempo de me questionar: 'Minha música é literatura?'" Depois, agradeceu a Academia pelo tempo dedicado à questão e, finalmente, por prover uma resposta tão maravilhosa a ela. Mais cedo, a amiga Patti Smith pediu desculpas pelo nervosimo e cantou "A Hard Rain's A-Gonna Fall". A Academia Sueca divulgou o discurso na noite de ontem em seu site.

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Esquema de doping russo envolve mil atletas, diz relatório divulgado em Londres
Mais de mil atletas teriam sido beneficiados por um esquema de doping institucionalizado na Rússia nos últimos quatro anos, de acordo com o "Relatório McLaren", divulgado nesta sexta-feira (9). A investigação, que já tinha sido parcialmente publicada em julho, antes dos Jogos Olímpicos Rio 2016, e levado à suspensão de 100 atletas da competição, foi detalhada nesta sexta-feira (9), em Londres. As informações são da Agência ANSA. Segundo o relatório, o governo russo compactuou com um esquema de doping iniciado em 2011, com a ajuda dos seus serviços secretos, para aumentar o rendimento dos atletas do país, entre eles quadro medalhistas dos Jogos de Inverno Sóchi, de 2014, e de Londres 2012. Além do atletismo, outras 29 modalidades estariam envolvidas no esquema, como o futebol, disse o advogado canadense Richard McLaren, que cuida da investigação. Ao todos, 1.115 atletas teriam participado do "programa de doping do Estado", em 30 modalidades, "tanto de esportes de inverno quanto de verão, com atletas olímpicos e paralímpicos". "Uma conspiração internacional foi implementada, com participação do Ministério dos Esportes e de serviços como a Agência Russa Antidoping (Rusada), o laboratório antidoping de Moscou e a agência secreta FSB, para manipular as amostras", disse McLaren.

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ThinkStock
Avião da polícia da Indonésia com 12 passageiros cai no mar
Fontes do exército dizem que foi ouvida uma explosão antes do avião cair.
Um avião da polícia da Indonésia caiu neste sábado (03) no mar perto das ilhas Riau (norte) com 12 passageiros a bordo, informaram fontes oficiais. "Foi ouvida uma explosão antes de o avião cair", precisaram porta-vozes do Exército ao jornal "Jakarta Post”. As fontes disseram que habitantes da zona encontraram destroços do avião e disseram temer que não haja sobreviventes. O Exército indonésio desdobrou na área três embarcações e várias lanchas para ajudar nos trabalhos de resgate.

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Reprodução
Dica de maquiagem para disfarçar violência doméstica revolta ativistas
Um vídeo tutorial de maquiagem explicando técnicas para mulheres esconderem marcas de violência doméstica está causando polêmica em Marrocos. A TV estatal exibiu, em um programa diário da emissora, no canal 2M, as dicas polêmicas e a apresentadora afirmou que espera que "as dicas facilitem a vida das espectadoras". Por ter sido exibido dois dias antes do Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, as marroquinas não ficaram satisfeitas com o tutorial e disseram estar chocadas. Indignados, internautas e ativistas exigiriam respeito, por meio de uma petição, aos direitos da mulher. Nas redes sociais, o canal publicou um pedido de desculpas e declarou que o conteúdo foi "completamente inadequado e tem um erro editorial de julgamento, levando em conta a sensibilidade e a gravidade do tema da violência contra as mulheres".

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Mike Segar/Reuters
Trump escolhe auxiliares 'linha dura' para sua equipe de governo
Trump e o senador Jeff Sessions, sua indicação para secretário de Justiça
Eleito em 8 de novembro, em um pleito em que os institutos de pesquisas davam como vitoriosa a candidata pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, Donald Trump assume o governo dos Estados Unidos em 20 de janeiro de 2017. O presidente eleito Donald Trump escolheu personalidades consideradas linha dura para ocupar algumas das funções mais importantes de sua equipe, com indicações de que não vai suavizar os principais pontos defendido ao longo de sua campanha eleitoral, que são o combate aos imigrantes sem documentos e à entrada de muçulmanos no país e a busca por culpados por ataques a alvos americanos no exterior.

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Papa implora pelo fim de conflitos no Iraque e na Síria
O papa Francisco disse que a Síria é um “laboratório de crueldades”
Ao lado do patriarca da Igreja Assíria do Oriente, Gewargis III, o papa Francisco implorou pelo fim dos conflitos que atingem o Iraque e a Síria há mais de cinco anos. "Imploro pelo fim da violência horrível dos sangrentos conflitos, que nenhuma motivação pode justificar ou permitir [...] contra milhares de crianças inocentes, mulheres e homens", disse o pontífice lembrando dos "nossos irmãos e irmãs cristãos, além de diversas minorias religiosas e étnicas, que infelizmente se habituaram a sofrer cotidianamente grandes provações". Esse é mais um dos apelos do líder católico para o fim da violência no Oriente Médio. Em setembro, ao condenar a série de ataques, o papa destacou que os responsáveis pelos bombardeios deverão prestar contas de seus atos diante de Deus. Por sua vez, o líder máximo da Igreja Assíria sugeriu "a convocação de um encontro internacional de todos os patriarcas e primazes das igrejas apostólicas a fim de estudar e entender como e porque similares e inúmeras tragédias estão ocorrendo na região do Oriente Médio". "Como todos bem sabemos, a condição das nossas antigas comunidades cristãs no Iraque provocou o deslocamento forçado de milhares de pessoas: mulheres, crianças e idosos que deixaram as suas casas e continuam a mudar-se incessantemente, de cidade em cidade, de vilarejo em vilarejo, em busca de uma vida segura", acrescentou Gewargis III. A Igreja Assíria do Oriente tem várias denominações e se aproxima da Igreja Católica desde o pontificado de João Paulo II. Com cerca de 400 mil seguidores, foi criada com base na antiga Babilônia e nos preceitos de São Tomé.

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Papa Francisco pede rapidez para proteger natureza
O papa Francisco pediu nesta terça-feira (15) para que as nações ajam "sem demora" para defender a natureza. O pedido está em uma mensagem enviada à 22ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP22), que está sendo feita em Marrakeche, no Marrocos. As informações são da Agência Ansa. "Agir sem demora, de maneira mais livre possível das pressões políticas e econômicas, superando os interesses e os comportamentos particulares", apelou o Papa. Segundo o pontífice, o Acordo de Paris, que entrou em vigor recentemente, mostra a "grave responsabilidade ética e moral" de todas as nações sobre os "preocupantes impactos" das mudanças climáticas. O Papa Francisco ressaltou que os problemas ambientais causam impactos "em toda a humanidade, mas em particular, nos mais pobres e nas gerações futuras, que representam o componente mais vulnerável".

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 Michelle Obama é alvo de racismo no Facebook
A prefeita da cidade americana de Clay, em East Virgina, fez comentários racistas contra a atual primeira-dama Michelle Obama nas redes sociais. "Será revigorante ter uma primeira-dama de classe, linda e digna na Casa Branca. Estou cansada de ver um macaco de saltos", escreveu Pamela Ramsey Taylor. Em resposta ao post, a prefeita Beverly Whaling disse: "Você acabou de fazer meu dia, Pam". A mensagem da chefe do município foi escrita logo após Trump, que é casado com a ex-modelo eslovena Melania Trump, ser eleito. Com centenas de compartilhamentos, a prefeita e sua amiga foram duramente criticadas e os comentários foram apagados menos de 24 horas depois.

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Trump abre mão de salário em futuro mandato presidencial nos EUA
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, disse no domingo (13) que abrirá mão do seu salário quando assumir a chefia da Casa Branca. Com uma fortuna estimada em U$ 3,7 bilhões, ele afirmou que receberá apenas um valor simbólico de US$ 1 por mês, como determina a lei, e não os US$ 400 mil por ano que recebe um presidente. Em sua primeira entrevista após as eleições, o magnata se disse entristecido com as notícias sobre perseguições e intimidações a minorias, deflagradas após sua vitória nas urnas, e finalmente pediu pelo fim das tensões. Após a sua vitória na eleição, protestos contra a sua retórica agressiva durante a campanha se espalharam por várias cidades do país. Em resposta, Trump garantiu aos americanos que saem às ruas que não há nada a temer quanto a futuro do país. "Odeio ouvir isso. Estou tão entristecido de ouvir isso", declarou ele, no programa "60 Minutes" exibido pela "CBS". — Se isso ajuda, vou dizer isso, e vou dizer direto para as câmeras: parem com isso. Trump ainda garantiu aos americanos que estão protestando contra o resultado das eleições que não há nada a temer quanto a futuro do país. "Não tenham medo. Vamos trazer nosso país de volta", assegurou. O presidente eleito dos Estados Unidos afirmou que cumprirá com sua promessa de deportar milhões de imigrantes sem documentos do país. O republicano confirmou que seguirá adiante com sua proposta migratória e garantiu ainda que cerca de três milhões serão deportados depois que ele assumir o cargo, em 20 de janeiro. "O que estamos fazendo é pegar essa gente que é criminosa e suas fichas criminais, membros de gangues, traficantes, que totalizam dois, talvez três milhões. E vamos tirá-los do país e vamos fazer com que sejam presos", declarou Trump. Sobre o muro que ele propôs construir na fronteira com o México para barrar imigrantes, ele afirmou que algumas partes da obra poderiam ser de cerca. Em mais um tema polêmico, o magnata republicano garantiu que não revogará a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo no país. "É a lei. Foi estabelecida pela Suprema Corte, quero dizer, está feito — frisou, ao ser questionado sobre se apoia uniões gays".

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Maior superlua em quase 70 anos pode ser observada nesta segunda-feira
Nesta segunda (14), será possível observar a maior superlua em quase 70 anos. Neste dia, a lua se encontrará a 48,2 mil quilômetros mais próxima da Terra do que quando esteve recentemente no seu apogeu - que é o ponto mais distante da órbita. O satélite não chegava tão perto assim desde 1948 e não voltará a fazê-lo até 2034. A superlua, contudo, não será no momento do perigeu, que ocorrerá às 9h21 (horário de Brasília). O fenômeno por definição ocorre no momento da lua cheia, que será às 11h54 – nesta hora, o satélite estará a 363.338 km da Terra. Com exceção do eclipse da Superlua de 2015, não houve nem haverá por muito tempo uma lua cheia tão especial, mesmo que curiosamente tenhamos tido três Superluas consecutivas em três meses, a anterior ocorreu em 16 de outubro e a última será no dia 14 de dezembro. Como em qualquer outra lua cheia, o corpo celeste parece maior e mais brilhante quando aparece no horizonte. E o mesmo ocorre com as superluas. Ainda que elas apareçam 14% maiores e 30% mais luminosas que as luas cheias comuns, são mais surpreendentes quando estão na linha do horizonte e não altas, no céu. Isso acontece porque a órbita da lua não é um círculo perfeito, então em alguns pontos de sua órbita ela parece estar mais próxima do planeta Terra. “Quando a lua está em seu ponto mais distante isso é conhecido como apogeu e quando está mais perto é chamado de perigeu”, explica o cientista da Nasa Noah Petro.

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Franceses lembram um ano dos ataques terroristas em Paris
Várias homenagens estão ocorrendo neste domingo (13) em Paris, para marcar o primeiro ano dos ataques terroristas que deixaram 130 pessoas mortas na cidade. O presidente francês, François Hollande, a prefeita de Paris, Anne Hidalgo, irão visitar todos os locais que foram alvo dos ataques na capital francesa, entre eles o Stade de France e a boate Bataclan, onde 89 pessoas morreram. O Bataclan, onde morreram 89 das 130 vítimas dos ataques, reabriu nesse sábado (12), com um show do cantor Sting. Eram pouco mais de 21h de 13 de novembro de 2015 quando algo mudou para sempre em Paris. Carregado de explosivos, um homem-bomba detonou o próprio corpo nos arredores do Stade de France, onde a seleção da casa disputava um amistoso com a Alemanha, na presença do presidente François Hollande. Foi o início de uma noite que não sairá mais da memória dos franceses e que resultou em 130 mortes. O único suposto terrorista ainda vivo, Salah Abdeslam, foi caputrado na Bélgica e está em uma prisão de segurança máxima na cidade francesa de Fleury-Mérogis e se recusa a colaborar.

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Colômbia e Farc anunciam novo acordo de paz
O governo colombiano e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) anunciaram nesse sábado (12), em Cuba, um novo acordo de paz, após o anterior ter sido rejeitado pela população colombiana em referendo no início de outubro. Segundo o representante do governo da Colômbia nas negociações, Humberto La Calle, o pacto acertado em Havana, depois de vários dias de tratativas, é o "melhor" que se podia alcançar. "É o tratado da confiança", disse o negociador das Farc, Iván Márquez. Ambas as partes asseguraram que o "acordo final" para pôr fim a um conflito de mais de meio século busca uma "paz estável e duradoura" e inclui reivindicações feitas por "diversos setores da sociedade colombiana". As alterações, cerca de 400 em 60 capítulos, dizem respeito a algumas das questões mais espinhosas das tratativas, como a reintegração dos guerrilheiros na sociedade e a forma de justiça que será adotada. No entanto, as mudanças que foram feitas só devem ser totalmente conhecidas nos próximos dias. O acordo anterior, que rendeu ao presidente Juan Manuel Santos o prêmio Nobel da Paz, havia sido assinado em 26 de setembro, em Cartagena das Índias, mas acabou rejeitado por pouco mais de 50% dos eleitores que foram às urnas no referendo de 2 de outubro. Um dos líderes da campanha pelo "não" foi o antecessor de Santos, Álvaro Uribe. O pacto previa a criação de uma jurisdição especial e de um tribunal para analisar todos os casos relacionados ao conflito armado. Essa corte teria duas seções, uma de sentença - destinada àqueles que assumissem a responsabilidade pelos seus atos (penas de cinco a oito anos de prisão) - e outra de julgamento - para os processos em que fosse necessária uma comprovação dos fatos (até 20 anos de cadeia).

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