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AFP / Jim WATSON
Empresas e líderes democratas levam decreto anti-imigração de Trump à Justiça
Hillary Clinton, John Kerry e Madeleine Albright
Dezenas de empresas tecnológicas e um grupo de personalidades do Partido Democrata, incluindo os ex-secretários de Estado Madeleine Albright e John Kerry, apresentaram ações na justiça dos Estados Unidos contra o decreto anti-imigração do presidente Donald Trump. Trata-se do mais recente capítulo de um conflito iniciado em 27 de janeiro, quando Trump proibiu a entrada em território americano de cidadãos do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen, e suspendeu a chegada de refugiados. Gigantes do Silicon Valley incluindo a Apple, Facebook, Google, Microsoft e Twitter, apresentaram um documento legal na noite de domingo ante uma Corte de Apelações, denunciando que o decreto "inflige um dano significativo aos negócios americanos, à inovação e ao crescimento", segundo uma cópia do texto divulgado pela imprensa local. Esse documento apoia um processo em curso contra o decreto, cuja aplicação foi suspensa no sábado. A lei impedia o ingresso nos Estados Unidos de imigrantes procedentes de sete países de maioria muçulmana. Os diretores das gigantes da tecnologia já haviam se manifestado contra o decreto de Trump, que proibia durante 120 dias a entrada nos Estados Unidos de cidadãos do Irã, Iraque, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iêmen. O texto foi assinado por 97 representantes da indústria tecnológica, que contrata milhares de imigrantes, argumenta que o decreto prejudica o recrutamento e a manutenção de pessoal talentoso, ameaça as operações de seus negócios e dificulta a capacidade das empresas de atrair investimentos para os Estados Unidos. Na noite de sexta-feira, o juiz federal James Robart ordenou a suspensão da ordem executiva emitida pelo presidente Trump de proibir a entrada de refugiados e cidadãos dos sete países citados. Robart bloqueou o decreto momentaneamente, enquanto estuda em sua totalidade o recurso de amparo apresentado pelo procurador-geral do estado de Washington (oeste), Bob Ferguson. Democratas se manifestam Paralelamente, um grupo de personalidades do Partido Democrata pediu nesta segunda-feira a um tribunal de apelações que mantenha a suspensão do decreto migratório do presidente Donald Trump. Em um texto submetido à Corte de Apelações do Nono Circuito, os democratas argumentam que o decreto presidencial assinado em 27 de janeiro "foi mal concebido, mal aplicado e mal explicado". Entre as personalidades democratas que assinaram o texto, vários funcionários do governo do ex-presidente Barack Obama, a ex-secretária de Segurança Interna Susan Rice, o ex-secretário de Segurança Interna, Janet Napolitano, e o ex-chefe da CIA Leon Panetta. "Restabelecer a ordem executiva causaria estragos na vida de inocentes e nos valores americanos", acrescenta o texto. Os democratas avisaram que a ordem presidencial poderia pôr em perigo as tropas americanas no exterior e interromper a cooperação de contraterrorismo, promovendo a propaganda do grupo jihadista Estado Islâmico.

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AFP/Arquivos / GEORGE OURFALIAN
Cerco total ao Estado Islâmico em seu último reduto de Aleppo
O grupo Estado Islâmico se encontra "totalmente sitiado" em Al-Bab, depois que as forças do regime sírio bloquearam a estrada que conduz a este último reduto dos extremistas na província de Aleppo. As tropas governamentais sírias, apoiadas pelas milícias do movimento islamita xiita libanês Hezbollah e pela artilharia russa, conquistaram a colina de Uwayshiyah, o que lhes permite controlar a estrada que une Al Bab com a estrada que leva a Raqa, capital de fato do Estado Islâmico na Síria. Após dois meses de combates, Al Bab encontra-se na mira dos rebeldes sírios apoiados pelas tropas turcas, mas recentemente as forças do regime de Bashar al-Assad lançaram uma ofensiva para capturar esta cidade simbólica. "Al Bab se encontra totalmente sitiada pelo regime pelo sul, e pelas forças turcas e rebeldes (apoiados por Ancara) pelo leste, norte e oeste", afirmou nesta segunda-feira o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). Não está claro se trata-se de uma corrida entre os dois grupos pela conquista da cidade ou se existe uma entente tácita entre os padrinhos das duas forças antagonistas para expulsar os extremistas.

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Nicholas Kamm
Vice-presidente dos EUA diz que Trump ganhará batalha da Suprema Corte 'de uma forma ou de outra'
O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence.
O vice-presidente americano Mike Pence advertiu neste sábado a seus adversários democratas que não tentem uma manobra de obstrução no Congresso para impedir a confirmação do candidato de Donald Trump para a Suprema Corte. Pence assegurou que a confirmação virá, "de uma forma ou de outra". Nomeado na terça-feira pelo presidente americano para assumir um posto na mais alta corte país, Neil Gorsuch, juiz conservador, se prepara para travar uma batalha feroz no Senado para obter o cargo, vago há um ano. Atualmente dividida em partes iguais entre quatro magistrados conservadores e quatro progressistas, a alta corte que tem a última palavra sobre os grandes debates da sociedade americana poderá se inclinar por muito tempo à direita, caso o juiz de 49 anos seja confirmado. Gorsuch precisa de 60 de 100 votos

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Reuters
Mais de 400 suspeitos de ligação com o Estado Islâmico são presos na Turquia
A polícia antiterrorismo da Turquia prende 423 pessoas suspeitas de ligação com o grupo extremista Estado Islâmico, informou a agência turca de notícias Anadolu neste domingo (5). A operação mais importante ocorreu na região de Sanliurfa, onde a polícia deteve 100 pessoas e encontrou materiais que comprovariam a ligação dos suspeitos com o grupo terrorista. Cerca de 60 jihadistas foram detidos em Ancara, inclusive estrangeiros. Os outros foram presos em operações em diversas cidades, como Istambul e Gaziantep, na fronteira com a Síria.

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Pablo Martinez Monsivais / AP Photo
Juiz suspende ordem migratória de Trump nos EUA
O juiz federal de Seattle James Robart ordenou, em caráter temporário nesta sexta-feira (3), a suspensão da ordem executiva emitida pelo presidente Donald Trump de proibir a entrada de refugiados e imigrantes de sete países de maioria muçulmana. A medida, que vale para todo país, foi o golpe mais duro até agora contra o polêmico decreto, que gerou protestos nos Estados Unidos. O governo ainda pode apelar da sentença. Robart bloqueou o decreto momentaneamente, enquanto estuda um recurso de amparo apresentado pelo procurador-geral do estado de Washington, Bob Ferguson. "A Constituição prevaleceu hoje", manifestou Ferguson, após a sentença. "Ninguém está acima da lei, nem mesmo o presidente." O porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, divulgou um comunicado afirmando que o governo "fará uma suspensão de emergência desta ordem ultrajante e defenderá a ordem executiva do presidente, que acreditamos ser legal e apropriada". Logo depois, uma declaração revisada foi enviada para remover a palavra "ultrajante", segundo a agência de notícias Associated Press. "A ordem do presidente tem a intenção de proteger a pátria e ele tem a autoridade constitucional e a responsabilidade de proteger o povo americano", acrescenta o texto.

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UNICEF/Sam Phelps
ONU libera U$$100 milhões para operações humanitárias em 9 países
O secretário-geral da ONU, António Guterres, anunciou na segunda-feira (30) que o Fundo Central de Resposta de Emergência (CERF, na sigla em inglês) liberou 100 milhões de dólares para apoiar operações humanitáriasem nove países com crises negligenciadas no mundo. A ideia é ajudar mais de 6 milhões de pessoas de Camarões, Coreia do Norte, Líbia, Madagascar, Mali, Níger, Nigéria, Somália e Uganda. “O CERF é um recurso essencial para pessoas que vivem em países em crises que acabam não saindo nas manchetes dos jornais. Mas, nessas nações, a ajuda é necessária com urgência”, disse Guterres em um comunicado à imprensa . “Esse financiamento é crucial para que a ONU e os parceiros possam continuar a ajudar as pessoas que precisam de nossa assistência desesperadamente”, acrescentou.

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AFP / SALEH AL-OBEIDI
Exército sírio expulsa Estado Islâmico de mais de 30 regiões
Forças governamentais iemenitas em Moca, no dia 23 de janeiro de 2017
Nesta quinta-feira (02) o exército sírio anunciou ter reconquistado trinta localidades sob controle do Estado Islâmico (EI) na província setentrional de Aleppo. Após uma ofensiva de vinte dias, o exército sírio tomou, em particular, o controle de uma parte da estrada que une a cidade de Aleppo com a de Al Bab, último reduto do EI na província de Aleppo. Al Bab está praticamente cercada pelos rebeldes sírios apoiados pelo exército turco. O avanço do exército do presidente Bashar al-Assad na província de Aleppo começou a se esboçar depois da reconquista da cidade de mesmo nome. O exército pôde, "durante uma vasta operação militar iniciada há vinte dias, retomar o controle de mais de 32 localidades e aldeias a nordeste de Aleppo, ocupando uma superfície total de 250 km2", informou a agência oficial síria Sana, citando um comunicado do exército. O exército afirmou que havia recuperado 16 km da estrada Aleppo-Al Bab.

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Kevin Lamarque/Reuters
Procuradora-geral interina dos EUA desafia decreto de Trump e é demitida
Donald Trump, demitiu na noite de segunda-feira (30) a procuradora-geral interina do país, Sally Yates, após ela declarar que o Departamento de Justiça não defenderia a decisão de proibir a entrada de refugiados e de pessoas procedentes de sete países muçulmanos. "A procuradora-geral interina, Sally Yates, traiu o Departamento de Justiça ao se recusar a garantir a aplicação da ordem legal designada para proteger cidadãos dos Estados Unidos", afirmou a Casa Branca, em um comunicado. "O presidente Trump substituiu Yates de suas funções e designou Dana Boente, procurador do distrito leste da Virgínia, para servir como procurador-geral interino até que o senador Jeff Sessions seja confirmado [no cargo] pelo Senado". Yates foi nomeada vice-procuradora-geral dos EUA por Barack Obama há pouco mais de dois anos e ocupava o cargo de procuradora-geral interinamente, enquanto a nomeação do senador Jeff Sessions por Trump não é aprovada pelo Senado (as nomeações dos presidentes precisam ser aprovadas por maioria simples - 51 dos 100 senadores - no país).

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Da Radio France Internacionale - REUTERS/Chris Bolin
Canadá oferece residência temporária a refugiados barrados por Trump
O premiê canadense Justin Trudeau foi um dos líderes internacionais contrário à decisão de Trump de impedir a entrada nos EUA de pessoas provenientes de sete países
O ministro da Imigração canadense, Ahmed Hussen, afirmou no domingo (29) que o Canadá oferecerá residência temporária às pessoas que ficarem bloqueadas no país devido à recente proibição migratória do presidente americano, Donald Trump, que bloqueou a entrada nos Estados Unidos de viajantes procedentes de sete países de maioria muçulmana. As informações são da Radio France Internacionale. "Quero assegurar às pessoas que estejam bloqueadas no Canadá que vou usar a minha autoridade para conceder-lhes uma autorização de residência temporária, se necessário, como já fizemos no passado", disse o chanceler, durante encontro com a imprensa. Ele não precisou, durante a coletiva, quantas pessoas ficaram bloqueadas no Canadá depois de Trump suspender, na sexta-feira (27), a entrada nos EUA, durante 120 dias, de refugiados, e o ingresso, por 90 dias, de cidadãos do Irã, Iraque, Síria, Iêmen, Sudão, Somália e Líbia. Hussen, que é de origem somaliana, informou ainda que os cidadãos dos sete países que sofrem a interdição migratória americana e que possuam um cartão de residente permanente canadense válido, ainda podem entrar nos Estados Unidos. O decreto de Trump se aplica aos cidadãos dos sete países listados que estivessem em trânsito no Canadá. Mais de 35 mil cidadãos canadenses binacionais também possuem a nacionalidade de um desses sete países, afirmou Hussen. "Para aqueles que estão fugindo da perseguição, do terror e da guerra, saibam que o Canadá os acolherá, independentemente de sua fé", tuitou no sábado (28) o primeiro-ministro canadense Justin Trudeau. O Canadá afirmou ter recebido garantias de Washington de que os canadenses com dupla nacionalidade não seriam afetados pelo decreto norte-americano.

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Getty Images/BBC Brasil
Medida de Trump para imigrantes espalha pânico entre refugiados
A ordem executiva do presidente americano, Donald Trump, sobre imigração para os Estados Unidos de cidadãos de países devastados pela guerra, está causando pânico entre refugiados. A medida, assinada na última sexta-feira, interrompe a admissão de refugiados em solo americano durante 120 dias, suspendendo a entrada de pessoas vindas de seis países, sendo a maioria muçulmanos, incluindo Iraque, Síria, Iêmen e Líbia. No caso dos sírios, o veto é válido indefinidamente. Trump afirma que a intenção é "mander terroristas radicais islâmicos fora dos Estados Unidos". Grupos de direitos humanos condenaram o veto, dizendo que não há, por exemplo, ligações entre os refugiados sírios nos EUA e o terrorismo. Tom Jensen, um advogado de Washington especialista em imigração, passou boa parte da última quarta-feira no telefone com um cliente frenético no Iraque. O homem - que Jensen não quis revelar a identidade - e sua família conseguiram ser admitidos nos Estados Unidos por meio de um programa de vistos especiais destinados a iraquianos e afegãoes que trabalharam para os militares americanos durante as guerras naqueles países, normalmente como tradutores ou intérpretes.

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Chip Somodevilla/Getty Images North America/AFP/Direitos Reservados
Donald Trump deve assinar decreto para construção de muro na fronteira com o México
Nesta quarta-feira (25), Donald Trump deve assinar decretos que determinam a construção de um muro na fronteira com o México e estabelecendo barreiras para a entrada de refugiados sírios e imigrantes provenientes de países propensos ao terror. Com isso, o presidente transforma em realidade a mais polêmica promessa de sua campanha eleitoral, que é a construção do muro na fronteira sul do país. "Grande dia planejado para a segurança nacional, amanhã", disse Trump em mensagem no Twitter no fim da noite de ontem (24). "Entre muitas outras coisas, vamos construir o muro", acrescentou. Os decretos devem ser assinados durante uma visita que Trump fará ao Departamento de Segurança Interna, em Washington. O muro será erguido de forma prioritária nos locais que fazem fronteira com cidades mexicanas, onde as autoridades locais se recusam a entregar aos Estados Unidos imigrantes ilegais para serem deportados e pessoas acusadas de transportar drogas para o mercado americano. O presidente deverá reafirmar também, nesta quarta-feira, que a imigração está fora de controle e que a entrada de potenciais criminosos ameaça a segurança dos Estados Unidos. Os decreto devem restringir a entrada de imigrantes originários do Iraque, Irã, da Líbia, Somália, do Sudão, da Síria e do Iêmen.

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REUTERS
Tempestades provocam 18 mortes no sul dos EUA e avançam para Nova York
Tempestades e tornados deixaram ao menos 18 pessoas mortas no sul dos Estados Unidos no fim de semana, sendo 14 no Estado da Geórgia, depois que temporais com raios e tornados intensos assolaram vários Estados. Sete pessoas morreram no condado de Cook, na Geórgia, informaram os serviços de emergência estaduais, e um parque de trailers foi especialmente afetado, segundo os relatos. Fotos mostraram edifícios desmoronados, tetos destruídos, árvores derrubadas e campos cobertos de destroços. O governador da Geórgia, Nathan Deal, declarou emergência em sete condados no centro-sul do Estado e advertiu que as condições perigosas permanecem. Alertas de ventos e alagamentos continuaram a vigorar na maior parte do território no início desta segunda-feira. "Peço a todos os moradores da Geórgia para que exerçam a cautela e a vigilância de forma a permanecerem seguros e evitar mais perdas de vidas ou ferimentos", disse Deal em um informe à imprensa. A tempestade na Geórgia, que matou 14 pessoas, se seguiu a um tornado que atingiu o Mississippi antes do amanhecer de sábado, deixando 4 vítimas fatais. Fenômenos climáticos intensos também deixaram mais de 50 feridos e danificaram cerca de 480 casas no Mississippi.

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Reprodução/Internet
Trump diz que jornalistas estão
O presidente Donald Trump visitou a sede da CIA (Agência Central de Inteligência), no estado da Virgínia, onde fez um discurso criticando a cobertura da imprensa durante sua posse. Segundo Trump, os jornalistas estão "entre os seres humanos mais desonestos na terra". No discurso, ontem (21), Trump criticou o trabalho da imprensa em duas ocasiões. Primeiramente, ao acusar os jornalistas de terem criado um mal estar entre ele e os órgãos de inteligência dos Estados Unidos. Em seguida, disse que os jornalistas subestimaram deliberadamente o número de pessoas que compareceu à sua posse.

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Jonathan Ernst/Reuters
Trump assina primeiro ato contra o Obamacare
O primeiro ato como presidente dos Estados Unidos, Donald Trump foi assinar, na sala oval da Casa Branca, uma ordem executiva que pretende iniciar a desconstrução do Obamacare, reforma do sistema de saúde proposta por seu antecessor, Barack Obama. No documento, o novo presidente orienta agências governamentais a avaliar o "fardo" do projeto para o sistema público de saúde norte-americano. Esta era uma promessa de campanha de Trump, que considera a reforma "insustentável". Antes mesmo de tomar posse nesta sexta-feira (20), o republicano já havia anunciado em sua conta oficial do Twitter que a reforma do sistema de saúde promovida por Obama "em breve ficará na história". Conhecido por Obamacare, o projeto propõe ajudar famílias a pagar um plano de saúde com subsídio do governo.

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Traficante El Chapo é extraditado para EUA
Na quinta-feira (19), O México extraditou para os Estados Unidos, Joaquín "El Chapo" Guzmán, um dos chefes do narcotráfico local. A extradição aconteceu na véspera da posse de Donald Trump na Presidência dos EUA, encerrando décadas de uma carreira criminosa que incluiu fugas de prisões. Autoridades mexicanas disseram que o momento da extradição foi tanto um último presente ao presidente dos EUA, Barack Obama, quanto uma sinalização para Trump, que frequentemente tem insultado o México e ameaçado acabar com o Tratado de Livre Comércio da América do Norte (Nafta). Guzmán, de 59 anos, chegou ao aeroporto MacArthur, em Long Island, em um jato de pequeno porte depois do anoitecer e deixou o local em um comboio de veículos. Mais tarde, um comboio da polícia que estaria levando o narcotraficante chegou ao Centro Correcional Metropolitano de Manhattan, um centro prisional federal de segurança máxima. Um porta-voz do Departamento de Justiça dos EUA disse que El Chapo deve comparecer a um tribunal federal no Brooklyn ainda nesta sexta-feira. Um dos chefes do narcotráfico mais procurados do mundo até ser capturado há um ano, Guzmán escapou de uma penitenciária de segurança máxima na região central do México seis meses antes de ser recapturado por meio de um túnel, em sua segunda fuga de um presídio.

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