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AFP/Arquivos / JUNG YEON-JE
Coreia do Sul e EUA começam manobras militares conjuntas
As manobras sempre aumentam a tensão na península dividida
Coreia do Sul e Estados Unidos iniciaram nesta quarta-feira (01) as manobras militares conjuntas, enquanto o dirigente norte-coreano Kim Jong-un pediu às forças de seu país que se preparem para um possível "ataque sem misericórdia" contra o inimigo. As manobras sempre aumentam a tensão na península dividida. Este ano acontecem após um teste de mísseis balísticos na Coreia do Norte e do assassinato por envenenamento, com um agente neurotóxico, do meio-irmão de Kim Jong-un na Malásia. O número de participantes nas operações conjuntas - "Key Resolve" e "Foal Eagle" - é similar ao do ano passado, informou um porta-voz do exército americano. Em 2016, 300.000 soldados sul-coreanos e 17.000 americanos participaram nas manobras, assim como embarcações americanas estratégicas e elementos da Força Aérea dos Estados Unidos.

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Mark Ralston/AFP
Trump diz que erro no Oscar é culpa da obsessão de Hollywood por ele
No momento do anúncio do prêmio de melhor filme, um envelope errado foi entregue aos apresentadores
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta segunda-feira que a confusão no fim da cerimônia do Oscar foi causada pela obsessão de Hollywood por ele, assinalando que a premiação "focou tanto na política" que se descuidou de aspectos-chave da cerimônia. "Acho que estavam tão focados na política que não conseguiram colocar a cerimônia em ordem no final", disse Trump em entrevista ao site conservador Breitbart News. "Foi um pouco triste, tirou um pouco do glamour do Oscar, não parecia uma noite muito glamourosa. Já estive no Oscar, tinha algo muito especial faltando, e terminar daquele jeito foi triste." No momento do anúncio do prêmio de melhor filme, um envelope errado foi entregue aos apresentadores, que anunciaram "La La Land" como vencedor, quando o prêmio deveria ser entregue a "Moonlight".

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Mandel Ngan/AFP
Casa Branca recebe plano do Pentágono para lutar contra EI
Donald Trump, em Washington em 24 de fevereiro de 2017
A Casa Branca recebeu nesta segunda-feira (27) as propostas do Pentágono para intensificar a luta contra o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) no Iraque e na Síria, informou um funcionário do governo americano. "A Casa Branca vai começar a revisar as recomendações", detalhou à AFP o funcionário, que não quis se identificar. Em 28 de janeiro, oito dias depois da sua posse, o presidente Donald Trump publicou um decreto que dava 30 dias ao Pentágono para preparar um novo plano para acelerar a luta contra o EI, iniciada há dois anos e meio. Neste período, os

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Jim Watson/AFP
Bush critica os ataques de Trump à Impresa
O ex-presidente dos Estados Unidos George W. Bush criticou indiretamente as declarações contra a imprensa do atual presidente Donald Trump. O 43° presidente - que teve alguns conflitos com a imprensa durante seus dois mandatos na Casa Branca de 2001 a 2009 - rebateu as acusações de Trump contra vários meios de comunicação, chamados pelo atual presidente de "inimigos do povo". "Eu considero a mídia indispensável para a democracia. Que precisamos da mídia para que pessoas como eu prestem contas", disse Bush ao programa "Today" do canal NBC. "O poder pode ser muito viciante e pode ser corrosivo, e é muito importante que a mídia possa pedir aos que abusam do poder que prestem contas", disse Bush.

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AFP / Ronaldo SCHEMIDT
México adverte EUA que recusará deportados de outros países
Ministro Osorio Chong
As autoridades mexicanas advertiram o governo americano de que não receberão migrantes deportados vindos de outros países, como os Estados Unidos pretendem fazer - assegurou o ministro do Interior, Miguel Angel Osorio Chong, nesta sexta-feira (24). Em declarações à Rádio Fórmula, Osorio fez referência aos programas de cooperação dos Estados Unidos com o México, que o presidente americano, Donald Trump, ameaça cortar. Segundo ele, a chamada Iniciativa Mérida - milionário plano de luta contra o tráfico financiado por Washington - "está em sua fase final", já que o México não depende dos americanos em matéria de segurança. Nesse sentido, dificilmente um corte em termos de recursos poderia ser usado como forma de "pressão". Sobre os imigrantes em situação ilegal que não forem mexicanos, declarou: "não podemos recebê-los". "Fomos muito claros nesse sentido e não vamos receber. Não podem deixar ali na fronteira, porque teremos de recusar. Não há possibilidade de que sejam recebidos pelo México", frisou.

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El Pais
Quatro meios de comunicação são vetados pela Casa Branca
Nos Estados Unidos, a Casa Branca barrou nesta sexta-feira (24) algumas organizações jornalísticas que tinham sido criticadas pelo presidente Donald Trump. A Casa Branca não está mais aberta aos repórteres de alguns dos principais meios de comunicação do país. O governo de Donald Trump proibiu que jornalistas de vários veículos, como os jornais The New York Times e Los Angeles Times, a rede de tv CNN, e os sites Político e Buzzfeed, participassem hoje de uma entrevista coletiva com o porta-voz, Sean Spicer. Em protesto, jornalistas da revista Time e da agência de notícias Associated Press se recusaram a participar da entrevista, que contou com a presença de outros grandes meios de comunicação, e de veículos menores, que costumam elogiar o presidente. O porta-voz do governo disse que já tinha avisado que testaria novos formatos de entrevista, como rodízio de repórteres.

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AFP / STRINGER
Cristãos  fogem do Sinai egípcio após ataques do EI
Dezenas de egípcios cristãos fugiram da península do Sinai após uma série de ataques que mataram três coptas nesta região onde atua o grupo Estado Islâmico (EI), indicaram nesta sexta-feira (24) autoridades da Igreja. Cerca de 250 cristãos se refugiaram na igreja evangélica da cidade de Ismailya, perto do Canal de Suez (leste), indicou à AFP o diácono e administrador da igreja, Nabil Chukrallah. "Eles fugiram com seus filhos. Esta é uma situação muito difícil, esperamos receber mais 50 ou 60", acrescentou. Famílias inteiras se reuniram no pátio da igreja com seus pertences e cobertores. O medo ainda se vê nos olhos de alguns. "Começamos a ter medo das nossas próprias sombras. Estávamos com medo de ser seguidos e mortos com um tiro nas costas. Os cristãos são alvos de uma maneira atroz", diz um homem que deseja manter o anonimato. "Algumas pessoas temem abrir a porta para sair para comprar comida", relata. Oum Mina, mãe de cinco filhos, conta que o perigo era tal que o marido teve que parar de trabalhar. "Não é justo", afirma, explodindo em lágrimas.

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AFP/Arquivos / Toshifumi KITAMURA, Ed JONES
Coreia do Norte ataca Malásia por caso de assassinato do meio-irmão de Kim Jong-Un
Kim Jong-Nam (e) e Kim Jong-Un
A imprensa oficial da Coreia do Norte atacou nesta quinta-feira (23) duramente a Malásia, que investiga o assassinato, em Kuala Lumpur, do meio-irmão do líder norte-coreano, e criticou procedimentos que classificou de ilegais e politizados. A agência de notícias KCNA quebrou o silêncio após o espetacular assassinato que custou a vida de Kim Jongn-nam no dia 13 de fevereiro no aeroporto da capital da Malásia, e acusou este país de ser responsável por sua morte e de ter armado um complô junto à Coreia do Sul. "A Malásia está obrigada a entregar o corpo à República Democrática Popular da Coreia em vez de ter realizado uma necropsia e um exame forense de maneira ilegal e imoral", declarou o Comitê de Juristas da Coreia do Norte, citado pela agência estatal KCNA. Kim Jong-nam, de 45 anos, foi atacado no dia 13 de fevereiro no aeroporto de Kuala Lumpur por duas mulheres que supostamente lançaram um líquido em seu rosto quando se preparava para embarcar rumo a Macau. Faleceu pouco depois enquanto era levado ao hospital. Segundo a Coreia do Sul, o assassinato foi planejado pelo regime comunista do Norte.A Malásia se negou a entregar o corpo "sob o pretexto absurdo" de que precisa de uma amostra de DNA de um familiar do finado, escreveu a KCNA em um longo documento, no qual não menciona o nome de Kim Jong-nam, que estava exilado e era um crítico do regime de seu meio-irmão Kim Jong-un.

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Vincent Gilardi
Terrorismo faz com que 1,5 milhão de turistas deixem de ir a Paris em 2016
Os atentados de 2015 em Paris assustaram os turistas, especialmente os estrangeiros.
Cerca de 1,5 milhão de turistas deixaram de ir a Paris em 2016 devido à ameaça terrorista, mostra relatório publicado nesta terça-feira (21) pelo Comitê de Turismo da Ile-de-France, a região onde fica a capital francesa. A informação é da Radio France Internationale (RFI). Os atentados de 2015 em Paris assustaram os turistas, especialmente os estrangeiros. Os hotéis registraram queda total de 9% em suas reservas de visitantes em 2016 em relação a 2015. A baixa mais significativa está entre os turistas chineses: quase 270 mil deixaram de visitar Paris - uma diminuição de 21,5%. No entanto, no setor hoteleiro os japoneses são os principais responsáveis pelos prejuízos: eles fizeram 225 mil reservas a menos em 2016, o que corresponde a uma queda de 41,2%. Entre os visitantes europeus, foram os russos os que mais deixaram de ir à capital francesa. Paris recebeu cerca de 65 mil visitantes da Rússia em 2016, uma diminuição de 27,6%. Depois deles, estão os italianos (-26,1%), espanhois (-9,9%) e britânicos (-8,6%).

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AFP
Novo decreto migratório de Trump estará melhor preparado
Secretário de Segurança Interior, John Kelly.
O novo decreto sobre imigração preparado pela Casa Branca permitirá uma melhor aplicação que o texto anterior, suspenso pela Justiça americana, afirmou neste sábado o secretário de Segurança Interior, John Kelly. "O presidente tem a intenção de publicar uma versão (do decreto) mais concisa e simplificada", disse durante a Conferência de Segurança, em Munique. "Desta vez teremos a oportunidade de trabalhar para desenvolver o plano, sobretudo para evitar que alguém seja bloqueado pelo sistema". Kelly voltou a assegurar que o primeiro decreto migratório do presidente Donald Trump não foi dirigido contra os muçulmanos, mas que se tratava de uma "pausa" para revisar os procedimentos migratórios sobre "alguns países, sete em particular", com o objetivo de garantir que nenhum "terrorista" entre no país.

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AFP/Saul Loeb
Trump deixa compromisso nos EUA para resolver conflito no Oriente Médio
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, abandonou nesta quarta-feira (15) o compromisso tradicional dos Estados Unidos com uma solução de dois Estados para resolver o conflito no Oriente Médio entre israelenses e palestinos. Em uma coletiva de imprensa conjunta na Casa Branca com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, Trump disse que seu governo poderá aceitar a criação de dois Estados, mas também a de um único, se as duas partes estiverem de acordo. Em um afastamento histórico da política americana sobre o tema, Trump reiterou que "poderia viver com qualquer uma das soluções".

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AFP/Arquivos / GUILLERMO LEGARIA
Ex-senador da Colômbia nega que dinheiro da Odebrecht tenha ido para campanha de Santos
O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos
O ex-senador da Colômbia envolvido no escândalo da Odebrecht, que, segundo, a procuradoria, entregou dinheiro da empreiteira a um intermediário da campanha para a reeleição do presidente Juan Manuel Santos, negou que os recursos fossem para a candidatura do mandatário. Isso foi afirmado pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), máxima autoridade eleitoral do país, depois de receber uma carta do ex-senador Otto Bula, detido em meados de janeiro por supostamente receber 4,6 milhões de dólares da Odebrecht para a adjudicação de obras públicas, dos quais teria entregue um milhão a um intermediário da campanha "Santos Presidente 2014". "Manifestarei entre outras coisas, que não é certo, nem me consta, nem disse que o dinheiro que entreguei ao senhor Andrés Giraldo foi um aporte à campanha Santos Presidente ou ao senhor Juan Manuel Santos", afirma o texto assinado por Bula e cuja autenticidade foi confirmada nesta quarta-feira pelo presidente do CNE, Alexander Vega.

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AFP/Alejandro Pagni
Jovens neonazistas serão julgados por ataques contra imigrantes,mulheres e gays
Os oito jovens são da Argentina
Oito jovens argentinos neonazistas serão levados a julgamento, acusados de cometerem ataques contra imigrantes, mulheres, gays e contra monumentos em homenagem às vítimas da ditadura - informaram, neste domingo (12), promotores ligados ao caso. "As vítimas não foram escolhidas aleatoriamente, e os fatos foram cometidos sob a reivindicação do nazismo", alegaram os promotores Laura Mazzaferri e Nicolás Czizik, em nota divulgada à imprensa local na cidade de Mar del Plata.

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AFP
Iraque confirma fuga de líder do Estado Islâmico para a Síria
Líder do EI, auto intitulado califa Abu Bakr al Baghdadi.
O general Abdolkarim Khalaf, responsável pelos serviços de segurança do Iraque, confirmou neste domingo (12) que o líder do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), o auto intitulado califa Abu Bakr al Baghdadi, fugiu para a Síria. As informações são da Agência de Notícias italiana ANSA. Nos últimos meses, já haviam circulado rumores de que o extremista teria deixado o território do Itaque,

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Reprodução
Tempestade de neve cancela mais de 2.800 voos nos EUA
Mais de 50 milhões de americanos sofrem nesta quinta-feira (9) com a tempestade de neve que está ocorrendo em 15 estados do Nordeste dos Estados Unidos. A tempestade está se intensificando e já provocou o cancelamento de mais de 2.800 voos domésticos e internacionais e outros 700 voos estão atrasados. As autoridades estão dando sucessivos avisos para que as famílias fiquem em casa. As aulas foram suspensas em Nova York, Boston, na Filadélfia e em várias outras cidades. O Nordeste dos Estados Unidos é uma região que compreende os estados de Connecticut, Maine, Massachusetts, Nova Hampshire, Rhode Island e Vermont, pertencentes à Nova Inglaterra; e os de Nova Jérsei, Nova York e Pensilvânia, pertencentes ao Médio Atlântico.

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